Todas as formas de vida deste planeta só tiveram dois destinos possíveis: ou evoluíram para outros seres vivos, ou então se extinguiram. Conosco não será diferente, pois a espécie humana não é exceção. Isso significa que a nossa espécie, de um jeito ou de outro, vai deixar de existir em algum momento do futuro. Por mais que a tecnologia avance, é impossível lutar contra a evolução. Porém, mesmo que a espécie humana fosse imortal, teríamos que enfrentar um problema ainda maior: a Terra um dia vai deixar de ser um planeta habitável. Daqui a alguns bilhões de anos, o Sol vai crescer e transformar-se numa estrela gigante vermelha. Planetas como Mercúrio e Vênus serão destruídos pelo Sol, já a Terra, bom, esta será carbonizada por completo. Você deve estar se perguntando o que essa introdução escatológica tem a ver com robôs, e eu respondo: os robôs certamente serão os únicos sobreviventes ao nosso fim e ao fim da vida na Terra.
Evolução robótica
Os robôs hoje são apenas máquinas que repetem instruções ou respondem a comandos humanos. Mas num futuro não tão distante, certamente teremos máquinas capazes de raciocinar sozinhas, de aprender sozinhas e de se autocopiarem. Para ser sincero, já existem robôs que fazem essas coisas separadamente. Já inventaram protótipos de robôs que são capazes de aprender, de se replicarem ou de serem totalmente autônomos. Se a nossa espécie não for extinta antes de desenvolvermos robôs com essas capacidades, certamente serão os robôs que começarão a colonizar o espaço. Ou melhor: os robôs já começaram a colonizar o espaço – basta ver que os robôs mandados à Marte fazem todo o processo de exploração sem depender totalmente das instruções humanas. Mas o que há de realmente de espetacular nisso tudo é que os robôs são muito melhores do que nós na arte da sobrevivência.
Robôs extremófilos

0 comentários:
Postar um comentário