Há alguns anos atrás, fiz uma pergunta no Yahoo Respostas questionando sobre a necessidade de reinventarmos o amor. Nos detalhes adicionais da pergunta, eu elaborei um texto que falava sobre a importância de reconstruirmos as nossas relações. Achei interessante fazer uma pequena adaptação nesse texto para compartilhá-lo aqui no blog. Ele segue logo abaixo, destacado em azul:
A cultura, a mídia, o sistema: praticamente tudo ao nosso redor nos leva a crer que o amor é um sentimento imediatista, exclusivista e possessivo, quando, na realidade, o amor não sobrevive a nenhum desses conceitos. Se alicerçarmos as bases do amor em ideais efêmeros como a atração física e a paixão, ele será efêmero; mas se construirmos suas bases em ideais duradouros, como o carinho, a amizade, a cumplicidade e o respeito, aí ele será duradouro. Outro problema é o materialismo, pois não se ama pelo que se tem, mas sim pelo que se é. Características perecíveis se extinguem. Se amássemos as pessoas pela essência de cada uma, o mundo seria outro.

Essa é a minha versão da realidade, posso estar enganado, por isso eu quero saber: Será que realmente precisamos descobrir uma forma diferente de amar, para que assim nos tornemos imortais no coração daqueles que um dia nos amaram?
Respondendo a minha própria pergunta: sim, precisamos reinventar o amor! Como? Isso cada um é quem vai descobrir ao lado das pessoas que ama. Afinal, a vida não vem com um manual de instruções. A magia da existência está justamente na nossa capacidade de aprender e descobrir uma forma de tornar a vida mais bela.
Para finalizar, vou deixar como inspiração para essa reflexão um antigo comercial da Sadia que mostra o quão encantadoras podem ser as coisas mais simples.
Namastê!
0 comentários:
Postar um comentário