Conta-se que Albert Einstein teria dito ser mais fácil desintegrar o átomo do que acabar com os ódios na sociedade. E não é para menos, além das brigas irracionais entre as torcidas organizadas e essa polarização política exacerbada que citei no post passado, ainda temos que aturar veganos odiando carnistas, carnistas odiando veganos; Ku Klux Klan odiando negros, Panteras Negras odiando brancos; mascus odiando mulheres, radfems odiando homens; terroristas odiando os EUA, os EUA odiando os terroristas; israelenses odiando palestinos, palestinos odiando israelenses e assim o ciclo de ódio sem fim se perpetua geração após geração. Isso precisa de um basta, pois como Gandhi já dizia: "olho por olho e o mundo vai acabar cego". Não podemos mais continuar usando ódio para combater ódio. Temos meios melhores para resolver os nossos conflitos.

Parafraseando um tal de Nelson Mandela, eu afirmo sem medo de errar que ninguém nasce odiando. As pessoas APRENDEM a odiar. E se as pessoas aprendem a odiar, elas também podem aprender a amar. Precisamos de mais altruísmo, mais solidariedade, mais respeito, mais empatia e mais amor. Ódio não gera outra coisa que não seja ódio. Só o amor pode mudar o mundo. E como já dizia também o tal Mahatma Gandhi: "Nunca perca a fé na humanidade, pois ela é como um oceano. Só porque existem algumas gotas de água suja nele, não quer dizer que ele esteja sujo por completo". Temos que parar de combater pessoas e passar a combater as verdadeiras causas dos preconceitos, injustiças e desigualdades, que são a violência, o egoísmo e a intolerância. Devemos parar de odiar e passar a amar as pessoas. Só assim teremos alguma chance de sobrevivermos a nós mesmos como espécie neste planeta. Mas se isso tudo estiver muito confuso, basta apenas se lembrar de amar: amar as pessoas como se não houvesse amanhã. Isso basta.
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