Já disse em uma postagem mais antiga que a guitarra elétrica sempre foi um sonho de consumo para mim. Depois de treze anos tocando somente violão, resolvi comprar a minha primeira guitarra há uns três anos atrás. Acho tanto o violão quanto a guitarra dois instrumentos incríveis e maravilhosos de se tocar quando bem regulados. Mas eu também sempre tive um encantamento especial pelo contrabaixo. Aqueles sons graves que sustentam a harmonia de uma música sempre me soaram incríveis. Quando eu comprei o meu primeiro sistema de som que realmente reproduzia os graves com qualidade foi que eu percebi a importância vital do contrabaixo em uma música e no poder que ele tem. Desde então, eu enxergo o baixo como sendo a "alma" da música, porque se você o tira, a música perde o peso e cai. Apesar de compreender a importância do instrumento e de adorar o seu som, nunca me passou pela cabeça ser um baixista.

Não estou aqui fazendo propaganda da Tagima, até porque depois testei um Yamaha ativo em outra loja e fiquei ainda mais impressionado com a robustez ainda maior do som. O que me impressionou foi justamente a primeira impressão que tive do instrumento. Confesso que me arrependi de não ter o comprado, porque o baixo tinha realmente um custo benefício muito interessante e era muito bonito. Em todo caso, acho que o meu próximo instrumento certamente será o contrabaixo, porque foi paixão à primeira vista.
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ResponderExcluirNo caso do Brasil, hoje, sou a favor. Se feita de forma pacífica, como forma de protesto contra a destruição do Brasil pós golpe, pode ser uma boa arma contra esses poderes antidemocráticos que controlam o sistema.
ExcluirÉ verdade. E enquanto a violenta? como aquela defendida por Malcolm X nos tempos da luta contra o racismo?
ExcluirNão.
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