Ontem me deparei com uma postagem no Reddit que explicitava o quão patético e minúsculo está sendo o fim de Jair Messias Bolsonaro na política brasileira. Ora, o "mito" atacou as urnas eletrônicas, perdeu uma reeleição mesmo roubando e com todas as vantagens, se recusou a aceitar a derrota, falhou miseravelmente em dar um golpe, foi rejeitado ao pedir ajuda do Trump, foi condenado de forma justa e mesmo tendo a chance de cumprir a pena em regime domiciliar, teve a cara de pau de violar a tornozeleira eletrônica com ferro de solda. E agora, preso em regime fechado no complexo da Papuda, alegou tortura pelo barulho do ar-condicionado e por não ter smart TV. Tudo isso com crise de soluço. Eu diria que foi um fim justo para um palhaço fascista que foi corresponsável pela morte de centenas de milhares de brasileiros na pandemia e que afundou o país no mapa da fome. Mas o melhor de tudo foi o racha que ele causou entre seus aliados e as penalidades que o Eduardo Bananinha recebeu por desertar para os EUA para defender sanções contra o Brasil. E fechando com chave de ouro, os filmes brasileiros (Ainda Estou Aqui e Agente Secreto) que criticaram a ditadura que ele defendeu foram premiados internacionalmente.
O único ponto a lamentar é que apesar do bolsonarismo estar capengando, a extrema-direita segue firme no Brasil e no mundo. Qualquer político que flerte com autoritarismo e macarthismo vai ganhar notoriedade e votos suficientes para colocar novamente a democracia sob ameaça. Só nos resta lutar.

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