domingo, 6 de maio de 2018
A nossa classe média é a mais burra do mundo
A classe média brasileira é tão ridícula que ela acha que tem algo a perder com o comunismo. O indivíduo de classe média típico acha que é "capitalista" por ter comprado um HB20 parcelado, por ser profissional liberal e por morar num apartamento medíocre de bairro nobre. Pois saiba que um Estado socialista jamais vai confiscar bens de consumo e moradias de um pobre coitado desse. O socialismo vai socializar grandes latifúndios, terras improdutivas, fábricas, usinas, conglomerados de mídia e bancos privados. Se você não é latifundiário, dono de emissora, banqueiro, usineiro, mega empresário ou rentista, tá com medo do quê? Será que é tão burro que não sabe que para os plutocratas você não passa de mais um POBRE otário que trabalha que nem um animal para sustentar os luxos e o parasitismo da classe dominante? Deixa de ser imbecil, rapaz! Você é só mais um escravo do sistema mais desumano e mais assassino da história. Acorda!
sábado, 5 de maio de 2018
A melhor versão de Teen Spirit
Recentemente, fiz uma lista das melhores versões do hino do rock Smells Like Teen Spirit. Foi aí que ontem acabei me deparando com uma mega versão desta música tocada e cantada por mil músicos ao mesmo tempo em um grande evento (o Rockin'1000) em um tributo ao ar livre. O negócio ficou tão colossal que precisei dedicar um post só para divulgar essa versão estrondosa da canção de rock que mudou a minha vida e a de milhões de fãs do Nirvana pelo mundo. Só escuta:
sexta-feira, 4 de maio de 2018
Como a Inglaterra combateu o fascismo
Algumas pessoas me perguntam como podemos evitar o avanço do fascismo no Brasil. E a melhor resposta que eu encontrei foi dada há 80 anos atrás na Inglaterra, na famigerada Batalha de Cable Street. Os ingleses foram para as ruas enfrentar de peito aberto o fascismo encabeçado por Oswald Mosley nessa batalha. E foi graças a ela que a Inglaterra foi o único país europeu que lutou do começo ao fim contra o nazifascismo.
A seguir vou deixar na íntegra um texto brilhante de Fernando Horta onde ele explica resumidamente como os ingleses encararam e venceram o fascismo.
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| Sir Oswald, um autêntico fascista |
Oswald Mosley gostava de usar sempre ternos e roupas em tons escuros.
Com cabelos sempre muito bem aparados, Mosley reproduzia uma ideia de
austeridade, que se chocava com sua posição na sociedade inglesa. Sir
Oswald Mosley era de um estrato social abastado, mas dirigia seus
discursos contra a "corrupção" que "assolava" a Inglaterra nos anos 30,
notadamente contra os mais pobres. A corrupção denunciada por Mosley não
se restringia às denúncias no meio político, era uma corrupção da
"pátria", corrupção "humana" ao qual ele definia como "maior problema da
Inglaterra".
No dia 04 de outubro de 1936, ele reuniu cerca de 10 mil
correligionários da BUF e marchou COM O APOIO DA POLÍCIA evocando o "fim
da corrupção", "uma pátria inglesa para ingleses", a expulsão de
migrantes e a "restauração da Inglaterra" contra "tudo o que está aí".
Gritando "No pasarán" (em espanhol mesmo), cerca de 300 mil pessoas,
entre imigrantes irlandeses católicos, judeus, trabalhadores portuários,
membros dos partidos trabalhista e comunista, mulheres e crianças,
avançaram furiosamente contra Mosley e seus policiais provocando um
massacre que se chamou "Cable Street Battle".
Foi assim, que a civilizada e moderna Inglaterra conseguiu vencer o
fascismo na década de 30 e manter-se como único país europeu a combater
Hitler, do início ao fim.
Veja, não foi defendendo a "não violência" e acusando os resistentes de
"vândalos". Não foi "dando espaço e liberdade de expressão" aos
fascistas nem aceitando a ordem de Estado, ali simbolizada pela polícia
que apoiava Mosley.
BUF significa British Union of Fascists, mas poderia significar
Movimento Brasil Livre. Eles usavam camisas negras, mas poderiam estar
usando verde e amarelo. Mosley tinha se casado na Alemanha, com Hitler
indo à cerimônia e lhe dando presentes, mas poderia ter sido uma
premiação de uma revista ou uma empresa de televisão. Mosley era "Sir"
mas poderia ser um juiz qualquer a ser endeusado combatente da
"corrupção" e "defensor do país".
Cable Street Battle deveria ser conhecida da "esquerda" que hoje prega
"respeito" aos movimentos fascistas no Brasil. A civilizada Inglaterra
soube como manter-se a salvo, deveríamos com ela aprender.
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| Mussolini e Oswald Mosley: ambos na lata de lixo da história |
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Barroso: o lobo em pele de cordeiro
Que o STF é formado por um bando de ministros acovardados, imorais e oportunistas, isso ninguém tem dúvida. Mas entre todos os onze juízes da nossa suprema corte, o pior e mais perigoso de todos é o ministro Luis Roberto Barroso. Narcisista, demagogo e dissimulado, Barroso usa uma máscara progressista para disfarçar o seu monstro interior que despertou quando ele foi possuído por um moralismo punitivista digno dos inquisidores do Santo Ofício. O ministro Barroso, assim como todos os outros indicados pelo PT, não passa de uma marionete togada da Globo. Aliás, o mais curioso do STF é isso: os juízes mais legalistas da nossa suprema corte, excetuando o jardineiro paraguaio, não foram indicados pelo PT. Se um dia a esquerda voltar ao poder, vai precisar aprender a nomear direito ministros para o STF, mas enfim. O fato é que o ministro Barroso consegue ganhar holofotes mesmo sendo o hipócrita e moralista de fachada que é.
Para dar sustentação ao meu ponto de vista, vou deixar a seguir um trecho de uma matéria do blog O Cafezinho (escrito por Miguel do Rosário) que descreve com uma exatidão impressionante sobre quem é o ministro Barroso. O artigo se referia a uma palestra que o ministro deu em um centro acadêmico nos EUA ao lado de figuras abjetas do judiciário como Marcelo Bretas e Sérgio Moro. Concordo com gênero, número e grau com tudo que Miguel do Rosário descreveu sobre o ministro:
Por fim, lá estava o papai Luis Roberto Barroso, o demagogo mais cínico da história da magistratura brasileira! Enquanto protege os ricos, os rentistas, os barões da mídia, Barroso faz o jogo sórdido do populismo penal, que é lavar as mãos para o avanço do golpe judicial sobre a democracia brasileira, usando um discurso do punitivismo fascistóide, que agrada o populacho manipulado pela mídia.
A filha de Barroso é uma das lideranças do centro acadêmico que organizou o seminário.
Barroso é uma figura. Num dia, defende a redução do direito ao habeas corpus e aos recursos antiprisionais, dizendo que o STF não aguenta tanto trabalho. Daí viaja, em plena segunda-feira, para o centésimo seminário de que participa, dessa vez para um organizado pelo centro acadêmico onde sua filha atua. Há pouco, Barroso foi flagrado recebendo quase R$ 50 mil por uma hora de palestra em Rondônia, pagos pelos contribuintes do estado, via TCE. Confrontado pela imprensa, negou. Mas era mentirinha… de Barroso. Não só o pixuleco foi confirmado em documento oficial do TCE, publicado no Diário Oficial do estado, como se descobriu que, em 2017, ele recebeu a mesma quantia pela mesma hora de seminário.
Em sua palestra no centro acadêmico de Harvard, Barroso dedicou-se às suas especialidades como palestrante: falar mal do Brasil e repetir clichês idiotas. Dentre suas sacadas geniais, está a frase que repete qual papagaio: “não dá para não ter vergonha do Brasil”. Frase melancólica, cuja repercussão irônica o ministro não parece perceber: sim, Barroso, dá vergonha ser de um país que tem um ministro do STF como você!
Barroso é mais um moralista sem moral, um eunuco servil ao golpe, um lacaio da Globo (e do imperialismo, embora talvez ele nem se aperceba disso). Membro destacado do regime de exceção e mandarim imperial, leva uma vida sossegada, sem trabalhar, dando seminários em centros acadêmicos e instituições estatais de estados pobres, enquanto Lula, vítima de sua demagogia fascista, mofa numa cadeia em Curitiba.
quarta-feira, 2 de maio de 2018
Smells Like Teen Spirit como você nunca viu e ouviu
Uma das minhas músicas favoritas de todos os tempos – Smells Like Teen Spirit, do Nirvana – recebeu ao longo dos anos inúmeras versões, covers e tributos devido ao seu sucesso estrondoso. Até mesmo uma banda formada só por robôs fez a sua própria versão da canção. Enfim, de todas as versões que ouvi até hoje, selecionei a dedo para este blog sete delas que me deram uma nova perspectiva sobre a grandeza desta canção. A seguir, deixo sete interpretações bem diferentes de uma das canções mais icônicas e lendárias da história do Rock. Coloque seu headset e ouça no volume máximo.
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