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Jornal do dia seguinte ao Golpe (1º de abril) de 1964: A mentira está sublinhada |
A nova onda da mídia golpista é usar a velha falácia do espantalho para tentar refutar os que defendem a democracia. A falácia do homem de palha está sendo usada em pleno horário nobre da tevê aberta para tentar convencer a população que as intenções da mídia não são golpistas. A verdade é que há, sim, um Golpe de Estado travestido de um meio jurídico legal – o impeachment, no caso – que estão querendo usar para justificar a retirada ilegal de uma presidenta democraticamente eleita. Para os desavisados, nunca na história da humanidade um golpista deu um Golpe de Estado dizendo que ele se tratava de um golpe. Golpes recebem nomes diferentes, tais como: "revolução", "democracia", "justiça" e agora uma nova palavra entrou para esse repertório: "impeachment".

A calhordice dos meios de comunicação em massa precisa ser desmascarada, porque eles estão manipulando as informações impunemente para que seus anseios abjetos sejam tolerados pela população incauta. E pode se preparar, porque a coisa vai ficar ainda pior. Ninguém ouse duvidar do que uma mídia rica, corrupta e golpista é capaz de fazer. A Globo e os demais algozes da democracia jamais aceitarão sair derrotados dessa guerra, porque ela está custando muito caro. Infelizmente, devido ao medo do prejuízo, essa loucura golpista virou um vale-tudo ético onde até as coisas mais inimagináveis podem ser colocadas em prática para surrupiar o país em nome da ganância e da pilantragem política. Podem se preparar, porque a coisa ainda vai piorar – e muito. Afinal, como já ouvi dizerem por aí: "a democracia é inimiga da plutocracia". O contrário é recíproco.
Para quem acha que a mídia está certa em usar o seu espantalho de que "impeachment não é golpe", deixo o vídeo abaixo para uma singela reflexão:
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