Acredito que a maioria das pessoas já esteja sabendo que o mês de setembro foi escolhido para se fazer uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. Assim como outubro é um mês dedicado à prevenção do câncer de mama (outubro rosa) e novembro é voltado para a prevenção do câncer de próstata (novembro azul), essa campanha contra o suicídio ficou conhecida como setembro amarelo.
A questão do suicídio é terrivelmente complexa e para abordá-la a fundo, eu precisaria escrever uma série de postagens longas e exaustivas sobre o tema. Como não tenho tempo e nem estou com paciência para escrever sobre esse assunto, vou tentar ser breve.


Eu não julgo quem quer tirar a própria vida, mas também acho uma covardia não fazer nada para tirar essa ideia da cabeça de uma pessoa, sabendo que muitas vezes o suicídio é feito impulsivamente e poderia ser evitado. Acho também uma bobagem essa história de romantizar a vida como método de prevenção, como se tudo fosse maravilhoso, na hora de convencer que o suicídio não é a melhor escolha. É preciso, sim, dizer a verdade, porque somente sendo forte e determinada, a pessoa terá condições de encarar a vida sem pensar em se matar. Além, claro, de saber que tudo na vida é passageiro.
Tirar a própria vida é uma coisa que não faz sentido para mim, dada a verdadeira dádiva que ela é. Digo isso porque, apesar das dores, a vida é a única chance que temos de amar, de sorrir, de ter amigos, de se encantar com a existência, de realizar sonhos e de se sentir vivo. A vida não é bela, como dizem os mais românticos, mas ela é a única possibilidade que temos de sentir o gostinho da felicidade de vez em quando. E é exatamente pela vida ter um fim inevitável que ela deve ser bem vivida até o seu último instante.
Para terminar, uma reportagem rapidinha sobre o tema:
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