quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Patrulha sexual feminista


Já cansei de repetir neste blog que sou absolutamente favorável ao feminismo, o problema é que existem algumas feministas que extrapolam na dose e passam a querer controlar tudo, inclusive as outras mulheres. Nesta postagem, eu pretendo criticar alguns elementos do feminismo que não parecem estar de acordo com a luta das mulheres por seus direitos. Uma coisa é lutar por direitos iguais, outra coisa é forçar algo como sendo machista apenas por esse algo te causar algum desgosto pessoal.
Como também já cansei de repetir, o machismo é uma merda e quem duvidar disso, por favor, leia a minha postagem intitulada O mito do sexo frágil.
Agora vou apontar os elementos em que eu discordo do discurso feminista.


Controle sobre as outras mulheres
Já vi várias postagens femininas nas redes sociais criticando as mulheres pelo tipo de roupa que elas usam. Quando aparece uma mulher usando pouca roupa, saem comentários do tipo: "Maldita sociedade machista! Obrigam as mulheres a usar essas roupas de vadias apenas para tratá-las como objetos!". Quando aparece uma mulher com muita roupa, o discurso não muda: "Maldita sociedade machista! Obrigam as mulheres a usar essas roupas para reprimir a sua sexualidade e o seu corpo!". E assim é imposta uma "ditadura do mais ou menos", onde nenhuma mulher pode se vestir de forma diferente do que as feministas julgam ser o correto. Isso nada mais é que substituir um opressor machista por uma opressora feminista. As mulheres precisam ser livres para usarem a roupa que elas quiserem sem receber rótulos.

A prostituição infantil, sim, deve ser combatida

Criminalização da prostituição
Se tem uma coisa que me irrita é essa luta obstinada de algumas feministas pela extinção da prostituição. Eu quero deixar bem claro que sou radicalmente contra a prostituição infantil e contra a prostituição como sendo o único meio de sobrevivência para as mulheres. Todas as mulheres precisam ter escolhas profissionais e a prostituição deve ser a última delas. Eu sou contra a criminalização da prostituição pelo simples fato de ninguém ter o direito de dizer o que cada um pode ou não fazer com o seu próprio corpo. A prostituição é um comércio: sexo fácil em troca de dinheiro. Paga quem quer e se prostitui quem quer.


Censura a comerciais
O fato de uma empresa fazer uma propaganda estúpida não é motivo para censura, afinal, ela está prestando um desserviço a ela mesma. Concordo que existem comerciais de mau gosto, mas às vezes não passa de pura paranoia feminista. Três exemplos clássicos disso são as propagandas do desodorante Axe, da cerveja Nova Schin e, surpresa: até aquela da Hope com a Gisele Bündchen. Por favor, assista a esses comerciais abaixo para entender a minha crítica na sequência:




Para quem não sabe, a publicidade cria comerciais para públicos-alvo específicos. No caso da cerveja e do desodorante masculino, o público alvo são homens. Para esses homens, esses comerciais são iscas para atrair a sua atenção. Dos comerciais acima, o da Hope, por exemplo, mostra o homem como objeto de manipulação das mulheres e não o contrário. O homem é um tolo que cai de quatro com o poder da sedução feminina. Em vez de virar o macho doido de raiva com o cartão de crédito estourado, o carro batido e a vinda da sogra, o marido invisível se submete, dócil, ao charme de sua mulher. E o da Nova Schin é uma piada, primeiro porque homens invisíveis não existem! Além disso, aquilo se passava na imaginação dos rapazes e o personagem do comercial que teve essa ideia ainda se dá mal no final da propaganda. Por que será que as feministas não censuram também os dois comerciais abaixo:



Se não gostou do comercial, boicote os produtos ou fale mal deles para os amigos; agora censurar, isso, para mim, é inadmissível. Tanta coisa séria acontecendo nesse país e vem um bando de desocupadas querer censurar comercial de cerveja. Onde é que fica a liberdade de expressão pela qual tantos lutaram e morreram neste país?
E vou deixar um bônus para as feministas no comercial abaixo:


Existe um machismo subliminar neste comercial 'feminista' da Bombril (este logo acima), pois aqui reforça-se a ideia de que os homens não tem competência para cuidar da casa (são um bando de homens das cavernas), logo, apenas as mulheres podem fazer isso. É um machismo nas entrelinhas que reafirma os antigos papéis sociais entre homens e mulheres (mulheres cuidam da casa enquanto os homens caem na gandaia).
A própria roupa que as atrizes usam nesses comerciais é uma alusão à vestimenta masculina, como se uma mulher precisasse se masculinizar para ser tornar melhor (ou igual aos homens). E pensar que muitas mulheres acreditaram que esse comercial mostrava a supremacia feminina. Doce ilusão...

Por que só os homens podem levar tapas na bunda?

Humilhação no sexo
Eu não queria me estender nesse aspecto, mas o que eu imagino aqui são mulheres frustradas que querem proibir tudo, mas que no fundo morrem de inveja das 'Marocas' da vida. Para quem não conhece, a Maroca foi uma ex-participante do BBB que causou um alvoroço danado naquela conversa sobre o "engole ou cospe" (link para esse vídeo aqui). Outro exemplo clássico é o do Papo Calcinha do canal Multishow, onde a mulherada desmente o que muitas feministas consideram ser "humilhante" com relação ao sexo.
Ainda sobre essa história do nojo do contato com o sêmen, se o esperma é um "dejeto" que pode ser comparado a fezes, então a feminista que criou esse nobre conceito também veio das fezes. Ou será que ela faltou alguma aula de biologia básica?
E como disse uma amiga minha certa vez: o que rola entre quatro paredes, fica entre quatro paredes. Lavou, tá novo!
O engraçado é que as feministas nem se atrevem a criticar a "humilhação" vista no mundo BDSM. Por que será?

(pausa para reflexão...)

O único ponto em que eu concordo com as feministas é com relação a atitude machista de alguns homens que pensam que as mulheres são atrizes pornôs. Nesse aspecto, eu já construí a minha crítica no post Sexo se Aprende Onde?
Agora, continuando a crítica, eu tenho a nítida sensação que essas feministas de araque (pseudo feministas) querem a volta daquela época onde existiam as mulheres para casar (as moças de família) e as mulheres para transar (as meretrizes). Se querem ser tratadas como santas, que casem com algum evangélico fanático ou com um homem quadrado que tenha os valores sociais de 1950. E se você não gosta de um sexo mais intenso, então esqueça a ideia de gostar de homens heterossexuais. Enquanto essas recalcadas continuarem com esse discurso paranoico de que o sexo do jeito que os homens gostam é machista, mulheres como a Maroca e a turma do Papo Calcinha estão experimentando todos os prazeres do sexo livre de tabus.

Sonho das feministas radicais

Combate à pornografia
Antes de argumentar sobre esse ponto, é preciso considerar os seguintes aspectos sobre a pornografia:
1º) Os filmes pornôs são FILMES! Assim como o filme do Superman também é um filme. Aquilo ali é ficção, mentira, fantasia, faz de conta.
2º) A pornografia voltada para o público masculino é um tipo de prostituição, pois aqui há a troca de sexo por dinheiro. O fato das atrizes não sentirem prazer ocorre pela mesma razão que os clientes não se preocupam em satisfazer as prostitutas. Ficou difícil de entender ou quer que eu desenhe?
3º) Ninguém coloca uma arma na cabeça das mulheres obrigando-as a fazer filmes pornôs. Isso é uma livre escolha delas.
4º) As atrizes pornôs não estão "denegrindo" a imagem das mulheres, mas, sim, a si mesmas. O que denigre a sua imagem são as coisas que você mesma faz, e não o que pessoas parecidas com você fazem.
5º) Quem condena apenas o pornô hétero é um heterofóbico - e não uma feminista.
6º) Se alguma mulher gosta de ser submissa, levar tapinhas, ser xingada ou levar puxões de cabelo: isso é problema dela.
7º) Se não gosta, não assista.
Para mais conclusões a respeito da pornografia, recomendo que leiam o meu post sobre esse tema neste link aqui e o adendo do mesmo neste outro.
Como as feministas veem a pornografia

Honestamente, eu acredito que muitas mulheres que condenam a pornografia pelos motivos que citei acima sofrem de complexo de culpa e da velha síndrome do patinho feio. Coisa semelhante ocorreu quando alguns grupos de afrodescendentes quiseram censurar os livros de Monteiro Lobato por serem considerados "racistas". Aí eu pergunto: por que essas feministas não vão censurar a Bíblia com os seus incalculáveis versículos machistas onde defendem a submissão e a inferioridade feminina? Se duvida do machismo bíblico, recomendo que leia essa minha postagem aqui.
O problema não é uma submissão consentida durante os momentos íntimos, mas sim a submissão social contra a vontade das mulheres.

E para as mulheres menos informadas: já existe o filme pornô direcionado para o público feminino. Será que o sexo é algo tão horrível para as feministas que até o pornô feito para elas também será alvo de censura?
Para quem está duvidando que o pornô feminino exista, vou deixar três links da revista Época que tratam desse assunto:
Pornô feito por mulheres e para mulheres
Petra Joy: "Estamos lutando por liberdade sexual"
Candida Royalle: "Quero que os homens assistam"

Por que as feministas não lutam contra o tráfico humano e a escravidão de mulheres?

Coisas que as feministas deveriam defender
Enquanto essas feministas bitoladas querem censurar e proibir tudo que não as convém, mulheres estão sendo espancadas, estupradas, perseguidas, excluídas, sofrendo assédio sexual e moral, morrendo nas filas dos hospitais... Sem falar nas que são abandonadas pelo companheiro quando engravidam, são expulsas de casa e ainda são presas após fazerem um aborto clandestino. Parece que esse tipo de coisa essas feministas não têm muito interesse em defender. E onde estão as feministas que deveriam brigar pelos direitos dessas mulheres? Ah, claro, censurando as cenas da novela Gabriela...

Agora, se depois de ler tudo isso a sua reação for esta:

Então vai arrumar uma pia cheia de pratos para lavar! Rarará!


Abaixo a ditadura feminista!

domingo, 2 de setembro de 2012

Sexo se aprende onde?


Lembro-me de quando eu tinha uns 8 anos de idade e acompanhei uma história que, na época, achei engraçada, mas que hoje eu vejo que de engraçada não teve nada. A história que vou contar retrata a perda da virgindade de uma mulher. Porém, não vou revelar nomes, até porque eu nem lembro mais dos nomes das pessoas envolvidas, mas recordo-me muito bem dos rostos de cada um e da história.

A primeira vez de uma mulher
A história a qual venho compartilhar aconteceu quando eu aproveitava as férias numa casa de praia no litoral pernambucano onde estavam hospedados vários amigos, familiares e alguns empregados. A família de alguns desses nossos empregados também tinha ido conosco a essa casa de veraneio e foi justamente através dessas pessoas que fiquei sabendo de uma história até então curiosa. Estava correndo a maior fofoca pela casa de que o rapaz que era irmão de uma das nossas empregadas andava dando uns amassos na babá que cuidava do meu sobrinho. Essa babá era um doce de pessoa: simpática, sorridente, divertida, meio ruiva, com algumas sardas no rosto, muito bonita e jovem, inclusive, eu até brincava com ela dizendo que ela era uma paquita (dos tempos da Xuxa).
Um belo dia essa babá apareceu meio cabisbaixa, estranha e com a cara de que tinha feito algo errado. A mãe de uma das empregadas consolou-a e, muito abatida, a babá terminou confessando que tinha acabado de perder a virgindade com o filho da mulher que a consolara. Apesar de ter apenas 8 anos de idade na época, eu já tinha entendido do que se tratava todo aquele drama. Já o irmão da empregada que tinha 'desvirginado' a moça parecia indiferente, exceto pela bronca que levou da mãe. Mas o que me impressionou foi a diferença de reações do casal: enquanto ela estava abatida, ele nem estava preocupado, muito pelo contrário: parecia muito bem, obrigado. 
Pois bem, poucos dias depois essa babá foi embora e não voltou mais. E esse negócio de levar a família dos empregados para casa também não deu mais certo desde então.

Essa história toda me levou a refletir que o sexo para as mulheres assume uma conotação diferente do que é para os homens. Quando eu vi aquele sentimento de culpa e o arrependimento no semblante da babá, percebi que seja lá o que ela tinha feito não foi bom para ela. O rapaz que deflorou-a era muito jovem também e possivelmente não entendia muito sobre sexo. Essa história reforça a tese que o falecido mestre José Ângelo Gaiarsa defendia: a de que a primeira experiência sexual de uma pessoa deveria ser sempre com alguém mais experiente e que compreenda os receios, sentimentos e necessidades do outro. Eu imagino, honestamente, que o rapaz dessa história não ligou a mínima para o prazer da moça, para os sentimentos dela ou para o quão importante aquele momento seria para a jovem. Se fosse um homem mais maduro, mais sensível, conhecedor do corpo e da alma feminina e que tivesse um pouquinho de boa vontade, certamente não teria deixado a guria tão aflita.

Mudança na educação sexual
Eu não pretendo escrever uma tese de doutorado a respeito disso, mas acho que precisamos rever a nossa educação sexual e não ter constrangimentos ao abordar o tema 'sexualidade' com nossos filhos. Na minha época de adolescente, lembro bem que o sexo era aprendido de duas formas: ou através dos nossos coleguinhas (que não entendiam nada sobre sexo e muitas vezes mentiam), ou através dos filmes pornôs. Ou seja: se dependesse do que os rapazes aprendiam na época, as meninas estavam fodidas (literalmente, rarará!). E nessas fontes de inspiração que nós tínhamos, pouco se falava sobre preliminares, sobre o envolvimento afetivo do casal, sobre prazer feminino ou sobre a cumplicidade e intimidade. As explicações dos garotos mais 'entendidos' eram clínicas e superficiais, do tipo "arranca a calcinha dela e empurra o pinto para dentro". Já a educação sexual que recebíamos da escola naquela época era limitada a aprender a colocar e a tirar o preservativo e, no máximo, a conhecermos os órgãos reprodutores. Entendo que devido ao falso moralismo da nossa sociedade e aos tabus religiosos, fica difícil jogar a responsabilidade para cima da escola. Imagine o colapso nervoso que uma mãe teria ao saber que a sua filha teve uma aula sobre sexo oral na escola. Acho que aqui só temos duas soluções: educação sexual dada pelos pais e familiares; ou então reformular a maior escola sexual do mundo moderno: os filmes pornôs.


Pornografia educativa
Quem leu o meu post sobre as críticas à pornografia (link aqui) deve saber que a pornografia traz seus aspectos negativos. O principal problema é que a pornografia tradicional mostra uma perspectiva irreal, caricaturada, visceral e grosseira do sexo. Filmes pornôs podem ser mais educativos e trabalhar também o prazer e a excitação feminina e outros elementos como o amor e o erotismo. Os filmes pornôs tradicionais são uma representação pobre da sexualidade humana voltada para o prazer masculino. Por isso, algumas produtoras estão investindo num pornô mais feminino, onde as coisas são mais naturais e o prazer da mulher é tratado com seriedade. Diretoras de filmes pornôs para mulheres, como a alemã Petra Joy e a sueca Erika Lust são um exemplo de que a pornografia pode ser prazerosa também para mulheres. E o ideal talvez seja um caminho do meio entre a pornografia sexista e aqueles vídeos de erotismo tântrico oriental. Aí teremos algo mais indicado para 'ensinar' aos mais jovens que o sexo não é apenas aquela coisa engessada e tragicômica dos pornôs clássicos.
Quem tiver curiosidade sobre os filmes pornôs femininos, no fim da postagem há três links da Revista Época tratando sobre o assunto.


Enfim, se tivéssemos uma educação sexual adequada, reduziríamos não apenas as DSTs e gravidezes indesejadas, mas também teríamos menos garotas traumatizadas após a primeira vez e mais mulheres felizes e satisfeitas no sexo.

Filmes pornôs femininos
Pornô feito por mulheres e para mulheres
Petra Joy: "Estamos lutando por liberdade sexual"
Candida Royalle: "Quero que os homens assistam"

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

homos ou héteros: quem é mais feliz no sexo?

Casais diferentes só são bonitos na foto

Não é novidade para ninguém que os homens necessitam mais de sexo que as mulheres. E isso se deve a fatores hormonais, culturais e biológicos, como já cansei de citar neste blog. Só que, recentemente, tive uma discussão num fórum virtual a respeito de quem é mais feliz no sexo: os homossexuais ou os heterossexuais. As discussões foram calorosas, mas, para mim, ficou muito evidente uma coisa: que os homossexuais são, de fato, mais felizes no aspecto sexual.

Eu falei que isso ia acabar mal
As diferenças
Na minha postagem intitulada Os gays são mais felizes? Eu expliquei porque considero que os homossexuais são mais felizes na vida em geral, incluindo aí, a vida sexual. E uma das razões que me levou a reforçar essa tese é que homens e mulheres são substancialmente diferentes. Na postagem Sexo: Quantidade versus Qualidade, eu evidenciei que a principal diferença entre homens e mulheres - no quesito sexual - está no modo em que cada um enxerga o sexo. Enquanto os homens precisam de quantidade, as mulheres precisam de qualidade. A essa altura você já deve estar entendendo porque eu considero os gays mais felizes e é exatamente por essa razão: porque um casal do mesmo sexo enxerga o sexo sob a mesma ótica e tem as mesmas necessidades.

Adeus às diferenças
O casal gay
No programa Amor e Sexo, da Rede Globo, a psiquiatra Carmita Abdo, do Hospital das Clínicas de São Paulo, afirmou que o homem tem mais necessidade de fazer sexo, que os casais heterossexuais precisam se sintonizar e que os casais gays se completam mais na questão da frequência sexual. A psicóloga também afirmou: “Tanto é que a relação sexual entre dois homens (homossexuais) é muito mais frequente do que a relação sexual entre um homem e uma mulher. Ele (o heterossexual) geralmente se sintoniza com ela para poder ter o sexo na medida da possibilidade dela, geralmente acontece assim”.

Essas, sim, são felizes
O casal lésbico
Este mesmo raciocínio se aplica também às lésbicas, pois devido à oscilação hormonal feminina, existem épocas em que as mulheres não estão nem aí para o sexo. E nada melhor que outra mulher para entender isso, além de entender também a maior necessidade de qualidade no sexo por parte das mulheres. Não é à toa que o orgasmo infrequente ou ausência absoluta de orgasmo é o que uma minoria de lésbicas experimenta - além de possuírem mais intimidade emocional, mais afeto, mais exclusividade e maior inclinação para estabilidade a longo prazo nos relacionamentos. Compromisso e compatibilidade são pelo menos tão importantes quanto a atividade sexual e o orgasmo para as lésbicas. Por isso elas são tão mais felizes que as mulheres heterossexuais, uma vez que os homens tendem a negligenciar os outros aspectos que não sejam de ordem sexual em um relacionamento.

Concluindo
Portanto, para mim, esta questão está fechada. Os homossexuais, de um modo geral, são mais felizes no sexo que a imensa maioria dos heterossexuais. Talvez por isso existam tantos héteros frustrados homofóbicos por aí.

Ligações externas:
Homossexuais fazem mais sexo, diz Carmita Abdo
Relacionamento e práticas sexuais entre homossexuais

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Nomes engraçados (cacofônicos)


Dia desses, eu estava respondendo algumas perguntas no Yahoo Respostas e me deparei com um usuário chamado Tomás Turbando. Não imaginava que além do Tomás, existiam também outras pessoas com nicks cheios de duplo sentido, tais como:

Alberta Alceu Pinto
Allan Bida
Armando Guerra
Ava Gina
Cuca Beludo
Décio Pinto
Diva Gina
Fujiro Nakombi
H. Romeu Pinto
Isadora Pinto
Jacinto Dores Aquino Pinto
Jacinto Leite Aquino Rego
Julia Mello Pinto
Kadu Kando
Kagaro Nakama
Komero Miamada
Mijaro Nomuro
Onabo Taduro
Oscar Alho
Paula Ambido
Paula Dentro
Paula Tejando
Paulo Brificado
Rolando Caio da Rocha
Seu Kumiama 
Takakara Nomuro
Takaro Apiroka
Tim Habey
Tommy Leite

Inclusive, esses nomes cacofônicos já tiveram seus momentos de trollagem na televisão:






Portanto, todo cuidado é pouco quando for dar um nome ao seu filho.

domingo, 26 de agosto de 2012

Provocando os (falsos) moralistas


Para aqueles que se sentiram "horrorizados" com o fato da ex-atriz pornô Sasha Grey ter divulgado a literatura infantil para crianças numa escola, como mostrei neste post aqui, fica a minha pergunta:

Vocês preferem um mundo onde as crianças vivam assim:


Ou assim?

Viva a educação e viva a leitura!
Abaixo a hipocrisia!

Uai? Não gostou?

Sasha, mostra para eles o que eles merecem!