domingo, 8 de abril de 2012

Terraformação



"Não creio que a raça humana possa sobreviver aos próximos 1000 anos, a menos que nos espalhemos pelo espaço." 
(Stephen Hawking)

O que a frase do renomado astrônomo Stephen Hawking quer dizer acima é que se a espécie humana quiser continuar existindo por milhares de anos, não teremos escolha a não ser viajarmos pelo espaço. É o destino inevitável da nossa espécie imigrar rumo ao espaço sideral, uma vez que a Terra não nos fornecerá recursos para sempre e também pelo fato de que o Sol um dia vai morrer.

O grande problema é que ainda não descobrimos nenhum planeta semelhante ao nosso para onde possamos ir. E mesmo que encontrássemos planetas idênticos à Terra, é provável que nesses planetas já existam várias formas de vida - e nós não podemos destruir a vida de outros planetas para poder colonizá-lo: teremos que começar o processo de colonização do zero. É aí que entra a terraformação.

Para quem nunca ouviu falar, a terraformação é um processo pelo qual um planeta rochoso é submetido para que ele fique semelhante à Terra. Isso implica em chegarmos em um planeta inabitável, estéril e sem vida e torná-lo apto para o surgimento e desenvolvimento da vida.
O game para PC Spore, em sua fase espacial, trata sobre a terraformação de uma forma bem didática, por isso vou utilizá-la a seguir como exemplo.

Terraformação nos planetas do Spore

Segundo o jogo, existem basicamente quatro níveis de terraformação para um planeta:

T0 - Um planeta estéril, inadequado para existência de seres vivos.
T1 - Um planeta em condições iniciais para a existência da vida, podendo conter um pequeno nicho ecológico de espécies complexas.
T2 - Um planeta com boas condições para o desenvolvimento da vida, moderadamente habitado por diversas espécies.
T3 - Um planeta idêntico à Terra, sendo um verdadeiro oásis verdejante, cheio de água e repleto de incontáveis formas de vida complexa.

Quando for iniciado um processo de terraformação real, certamente atravessaremos todos esses estágios de terraformação até tornarmos o planeta um local adequado para suportar a vida como conhecemos. O problema é que isso pode demorar milhares, talvez até mesmo milhões de anos, sem falar nos gastos exorbitantes para realizar esse feito.

Etapas da terraformação de Marte

Etapas da Terraformação
Cada planeta levará uma série de etapas específicas dependendo da sua estrutura, do seu clima e de diversos outros fatores. Para simplificar o aprendizado, vamos tomar como exemplo o planeta Marte para entender que etapas seriam necessárias para terraformar um planeta desse tipo:

1 - Criar um campo magnético
Marte não possui um campo magnético interno como a Terra, o que torna a sua magnetosfera extremamente tênue. Sem uma magnetosfera eficaz, o planeta não possui proteção contra os ventos solares e nem contra as ejeções de massa coronal do Sol. A consequência disso é que a atmosfera do planeta é literalmente arrancada pelos fortes ventos solares.

2 - Causar um efeito estufa
Marte é um planeta extremamente frio. A temperatura média do planeta vermelho é de -36º C no verão. Para resolver esse problema seria necessário encher a atmosfera de gases como o dióxido de carbono ou o metano para evitar que radiações como a infravermelha escapem de volta para o espaço. Isso aumentaria a temperatura média do planeta e derreteria o gelo dos polos, permitindo a existência de água.

3 - Inundar o planeta
A água é um ingrediente indispensável à vida, por isso é elementar construir vários canais de irrigação para que o gelo derretido dos polos possa percorrer toda a superfície do planeta. Se a água de Marte for pouca, precisaremos então transportar água para lá ou criar algum processo químico em larga escala que ajude a gerar água no planeta.

4 - Criar uma camada de ozônio
Marte não tem a camada protetora de ozônio que temos na Terra, por isso a superfície do planeta é literalmente fritada pelos raios ultravioletas do Sol. Aqui seria necessário criar essa camada naturalmente através de processos químicos, uma vez que processos artificiais podem gastar muito mais tempo e dinheiro.

5 - Levar bactérias e algas
Mesmo com temperaturas adequadas e água, o planeta ainda precisará de uma atmosfera rica em oxigênio para que possa suportar a vida. Para isso, precisaremos levar até Marte cianobactérias, que produzem oxigênio, e algas para criarem trocas gasosas com o meio ambiente.

7 - Levar plantas
Para que o planeta se torne autosustentável e também para reduzir a amplitude térmica, é necessário incluir diversas espécies de vegetais. Árvores de vários tipos servirão para aumentar a umidade relativa, enriquecer o solo com matéria orgânica e também para permitir o passo seguinte: receber a vida animal.

8 - Levar animais
Primeiramente, devem-se levar pequenas colônias, em seguida animais herbívoros e depois carnívoros para equilibrar a cadeia alimentar e gerar uma espécie de explosão cambriana artificial.

Com relação aos dois últimos itens acima, é preciso muito cuidado ao recriar a cadeia alimentar, pois os animais e vegetais que forem levados para Marte farão parte da cadeia alimentar e da matéria orgânica que será ingerida pelas pessoas que forem morar lá. É necessário salientar que nós nos alimentamos exclusivamente de plantas e animais existentes apenas no nosso planeta, por isso, precisaremos ficar atentos às possíveis mutações genéticas nas espécies exportadas para lá.
Outro problema é com relação ao efeito prolongado da baixa gravidade marciana nos animais. Muitas espécies morreriam porque a gravidade diferente da Terra afeta a formação de embriões e causa descalcificação dos ossos. A seleção natural em Marte poderia inviabilizar certas espécies de mamíferos por lá.

Concepção artística de um planeta terraformado

Mesmo que Marte fique idêntico à Terra, ainda teremos dois problemas que não poderemos resolver através da terraformação. O primeiro deles é a já citada gravidade. A gravidade de Marte é cerca de 1/3 da existente na Terra. Em gravidades baixas, os músculos atrofiam e os ossos ficam frágeis. A menos que criem um meio de imitar a gravidade terrestre, modificações genéticas na nossa espécie serão necessárias para que as gerações seguintes possam viver sem problemas nessas condições.
O segundo problema é a pressão atmosférica, que mesmo com o planeta terraformado, será diferente da Terra. Nesse caso será necessário que todos os viajantes que forem para lá fiquem em câmaras de descompressão antes de saírem ao ar livre.

Como seria Marte terraformado no nível T1

O que é necessário para terraformar um planeta?
Muito provavelmente precisaremos da ajuda de robôs autônomos dotados de inteligência artificial para realizar mudanças tão drásticas em um planeta. Uma missão tripulada para coordenar a terraformação em Marte, apesar de perigosa, é possível - mas para terraformarmos planetas extrassolares, dependeremos exclusivamente das máquinas.
Além dos robôs e das máquinas de controle climático, precisaremos de muito tempo e muito dinheiro. Um processo complexo como a terraformação de um planeta do tamanho de Marte pode não duraria menos que 500 anos. A própria Terra levou centenas de milhões de anos para que surgisse o primeiro ser vivo, o que mostra que esse processo é extremamente demorado.

Será que viveremos em planetas artificiais?

Existe outra opção além da terraformação?
Sim, os descendentes da espécie humana poderão ainda se tornar nômades. Nossos descendentes poderão viver em naves gigantescas que vagariam indefinidamente pelo espaço. Nesse caso seria provável que as mentes dos viajantes fossem mantidas em alguma realidade simulada por computadores para que ninguém enlouquecesse de tédio dentro de uma nave interestelar à deriva na escuridão implacável do espaço sideral.
Apesar de improvável, pode ser possível também que num futuro distante a nossa espécie crie um planeta totalmente artificial que orbite ao redor de estrelas semelhantes ao Sol. Ou talvez exista um meio de gerar energia artificialmente sem dependermos das estrelas, o que permitiria que nós vivêssemos no vácuo do espaço mesmo após a morte térmica do universo.

Exemplo de planeta artificial


Ligações externas:
Colonização de Marte
Nasa encontra gelo em Marte
Terraformação no game Spore

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Defeitos do corpo humano


Qualquer pessoa que tenha mais que dois neurônios na cachola já deve ter percebido que o corpo humano é cheio de problemas, ou melhor: de erros de fabricação. E eu não estou falando de doenças, síndromes ou outras mazelas que podem ser congênitas ou adquiridas: eu estou falando do corpo humano saudável.
Temos diversos problemas estruturais no nosso corpo, que vão desde a impossibilidade de coçarmos as nossas próprias costas direito até as inúteis cólicas menstruais. Eu vou provar a seguir que o nosso corpo precisa urgentemente de um redesign, já que o Criador lá em cima não deu conta de fazer um organismo perfeito. Aliás, a hipótese de sermos fruto de uma criação divina me soa não apenas leviana como também contraditória - o que prova mais uma vez, através de todos os defeitos que eu vou citar, que nosso organismo é fruto de uma evolução aleatória de genes refinados pela seleção natural.
Então vamos listar a seguir alguns dos principais defeitos do corpo humano e buscar soluções práticas para resolvê-los.

Umbigo
Sorte de Adão que não tinha um
Muitas pessoas podem estranhar o fato do umbigo estar nessa lista pelo simples fato dele, aparentemente, não causar problemas. Porém, o umbigo humano tem três problemas básicos: o primeiro é que ele é antiestético. Não acho nem um pouco bonito que todos nós tenhamos esse buraco horroroso no meio do bucho. O segundo problema é com relação à higiene, já que o umbigo é um local que acumula facilmente sujeira e é bem incômodo de se limpar. E o terceiro motivo é que ele favorece ao aparecimento de uma Hérnia Umbilical devido a uma série de razões.
Solução:
Cirurgias estéticas, amputação ou tapar com massa plástica mesmo. Mas a solução ideal seria que a cicatriz não deixasse um buraco.


Quantidade de dedos
Um dedo a mais não faz mal a ninguém
Você já se perguntou por que diabos temos 5 dedos em cada mão? Isso tem uma origem ancestral, pois os animais que evoluíram para a nossa espécie também tinham cinco dedos em suas mãos. Mas ter cinco dedos não é a melhor opção disponível. Se tivéssemos dois polegares em cada mão, por exemplo, teríamos muito mais firmeza para segurar os objetos.
Solução:
Uso de próteses, implante de dedos ou amputar as mãos para colocar mãos biônicas no lugar.


Uma utilidade para a barba
Barba, bigode e outros pelos inúteis
Barba, bigode, pelos das axilas, pelos do tórax e os pelos da orelha não servem para nada - exceto para abrigar piolhos, chatos e causar dermatite seborreica.
Solução:
Gillette Sensor, depilação com cera quente ou a remoção cirúrgica de cada um dos milhões de folículos pilosos da nossa pele.



Movimento dos braços limitado
A menos que você seja um parente do Dhalsim, coçar as costas não é uma tarefa lá muito fácil. A nossa articulação dos ombros e dos braços não permite que a gente consiga alcançar as nossas próprias costas direito. Isso atrapalha não apenas na hora daquela coçadinha básica, mas também na hora de ensaboar o lombo.
Solução:
Se esfregar na parece, usar aquelas mãozinhas de brinquedo toscas ou pedir para alguém coçar por você.



Mamilos são polêmicos!
Mamilos nos homens
Mais outra coisa inútil que não serve pra patavina nenhuma.
Solução:
Remoção cirúrgica, cirurgia estética ou tratamento com prolactina para desenvolver lactação e ajudar a amamentar os filhos.



Localização dos testículos
Homens sentam de pernas abertas não apenas para se impor, mas também porque uma fechada de perna mal dada pode ser bem dolorosa. E manter as pernas muito tempo fechadas pode causar esterilidade pelo aumento prolongado da temperatura nos testículos. Além disso, o fato dos testículos ficarem fora do corpo também ocasiona riscos de pancadas fáceis, muita dor e esterilidade. E cá entre nós: esse negócio pendurado é feio pra dedéu.
Solução:
Não existe solução nesse caso, a menos que o dito-cujo queira virar um castrato.


Terceiro molar
Maldito Siso!
Esse é aquele último dente que nasce lá no fim da boca. É desnecessário falar a respeito da inutilidade desse dente maldito, já que ele só causa problemas, dor e desconforto ao nascer. É difícil encontrar alguém que nunca tenha enfrentado problemas com esse dente filho da @#$%!
Solução:
Arrancar, de preferência, com muita anestesia.


Unhas pra que te quero!
Unhas
Depois da invenção da faca e do xampu anti-piolhos, as unhas perderam a razão de existir. Elas só servem mesmo para coçar, encravar, inflamar e serem customizadas pela mulherada.
Solução:
Extração.


Apêndice
Pra que existe isso?
Já vi muitas pesquisas por aí apontarem algumas funções para esse 'órgão', mas a grande verdade é que ele não faz falta para nada. Depois da invenção dos programas de saúde e da higiene alimentar, as supostas funções do apêndice tornaram-se supérfluas. A maior prova disso é que é perfeitamente possível viver sem ele sem qualquer problema. Aliás, o único problema mesmo é quando ele inflama e vira uma apendicite.
Solução:
Extração.


Veias hemorroidárias
Se essas benditas veias não tivessem uma localização tão ruim, creio que crises de hemorróidas estariam praticamente extintas da face da Terra. E não tem coisa pior que sentir dor no fiofó, ter sangramentos e não conseguir nem sentar.
Solução:
Correção cirúrgica.



Hímen
Essa membrana na entrada da vagina não tem nenhuma função biológica. As únicas funções do hímen são causar uma supervalorização da virgindade feminina numa sociedade machista e doer e sangrar na primeira transa. Se o hímen realmente tivesse uma função útil, todos os mamíferos fêmeas o teriam também.
Solução:
Transar.



Menstruação
Esse é o item mais polêmico, porque muita gente acha que menstruar é uma coisa 'sagrada' e, na verdade, não é. Eu vou precisar desenvolver um raciocínio um pouco mais longo nesse item para provar que a menstruação não foi algo naturalmente projetado pela natureza.
Ora, me diz mesmo que prazer as mulheres sentem com cólicas, tpm, constipações e ainda ter que usar absorventes? Para os mal informados, é bom que saibam que a menstruação é um fenômeno recente na história humana. Imagine como seria perigoso na pré-história ter uma mulher menstruada em um bando nômade. O cheiro do sangue atrairia os muitos predadores e as mulheres seriam alvo fácil. As mulheres na pré-história não menstruavam porque pegavam uma barriga atrás da outra. Somente com a Revolução Neolítica e com a criação da propriedade privada foi que os homens criaram o partriacalismo, necessitando casar com mulheres virgens para terem certeza que o herdeiro era mesmo deles. E como as mulheres passaram a ter a primeira relação sexual depois do casamento, houve tempo para que elas perdessem o sangue que seria para nutrir o feto. Logo, a menstruação não é algo bom, ela é uma consequência da mudança do estilo de vida da nossa espécie.
Solução:
Usar anticoncepcionais como o Depo-provera ou mudar de sexo.

Extras:
Além de todos esses problemas naturais citados anteriormente, eu ainda sugiro algumas melhorias, tais como:
Mecanismo para limpar os dentes durante o sono
Isso reduziria o mau-hálito e os problemas bucais sem que precisássemos escovar os dentes.
Mecanismo para regular a glicose ingerida
Ou seja: ficaríamos saciados quando a quantidade de calorias adequada fosse ingerida, evitando a obesidade e diabetes.
Desentupidor de artérias
Alguma enzima ou elemento figurado qualquer inserido no sangue serviria para desobstruir as artérias e prolongar a nossa vida.

Esses são apenas alguns dos problemas que temos no nosso corpo. Na verdade, temos muitos outros, mas eu limitei apenas ao necessário para que as pessoas caiam na real e aprendam de uma vez que não somos a última palavra em tecnologia da natureza. Torço muito para que a ciência um dia crie um DNA sintético e a seleção artificial acabe com todos esses problemas.
Ah, e se Deus existir, Ele está reprovado em design e anatomia!

E a lista de defeitos continua na segunda parte deste post:
Mais defeitos do corpo humano

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Rio de Janeiro

A primeira e única vez que eu estive no Rio de Janeiro foi em meados de 1989. Apesar de eu não ter ficado muito tempo por lá e de ter apenas 5 anos de idade naquela época, isso não impediu que eu me apaixonasse pela cidade. E não apenas a cidade do Rio me encantou, mas vários outros municípios do estado, tais como Niterói, São Gonçalo, Barra Mansa e outros.
Para os mau humorados que acham que o Rio de Janeiro é uma cidade violenta, poluída e fedorenta, vou deixar abaixo alguns dos motivos pelos quais eu amei a cidade:

Parte da Zona Sul, da Baía de Guanabara e de Niterói

Vista panorâmica da Zona Sul

Vista Chinesa (Serra da Carioca)

A barca, a Ilha Fiscal e a ponte Rio-Niterói ao fundo

A Ponte Rio-Niterói cortando a Baía de Guanabara

Palácio Guanabara (Laranjeiras)

O Maracanã e o Maracanãzinho

Jockey Club e a Lagoa Rodrigo de Freitas

Jardim Botânico

O verde do Parque Nacional da Tijuca

O Bonde de Santa Teresa sobre os Arcos da Lapa

Jardim Zoológico (Quinta da Boa Vista)

Palácio de São Cristovão (Quinta da Boa Vista)

Orla de Copacabana

Praia de Ipanema e do Leblon

Voo de asa delta da Pedra Bonita

Igreja de Nossa Senhora da Candelária (Centro)

Central do Brasil e a sede do Comando Militar do Leste (Centro)

Câmara Municipal, Teatro Municipal e a Biblioteca Nacional (Cinelândia)

Museu Nacional de Belas Artes (Cinelândia)

Catedral de São Sebastião (Centro)

Marques de Sapucaí (Centro e Cidade Nova)

Igreja da Penha

Galeão (Aeroporto Tom Jobim) na Ilha do Governador

Ilha de Paquetá

Sede da Rede Globo (Jardim Botânico)

E olhe que essas imagens correspondem a menos de 1% das coisas bacanas que temos na cidade do Rio. Eu precisaria criar um blog só para mostrar todas as belezas e encantos dessa cidade.

domingo, 1 de abril de 2012

Sustentabilidade para quê?


Sei que muita gente acha a temática da sustentabilidade algo maçante e até mesmo irrelevante, pois, aparentemente, esse assunto não parece afetar o nosso cotidiano. Porém, eu vou tentar ser o mais direto possível para que as pessoas entendam a minha preocupação: ou a gente cuida do nosso planeta, ou não haverá amanhã para a nossa espécie - simples assim.
Não existe outro lugar no universo para onde possamos fugir. A Terra é o nosso único lar dentro da escuridão implacável do cosmo. O espaço interestelar é absolutamente hostil e nocivo à vida como conhecemos, logo, o nosso planeta é tudo o que temos e o único lugar do universo onde podemos existir. Adicione a isso o fato de que os recursos naturais do planeta são limitados e que a nossa espécie está consumindo esses recursos como se eles fossem infinitos. E também acrescente nessa conta o aumento progressivo do efeito estufa, a degradação da camada de ozônio e as chuvas ácidas, que são consequências diretas da forma irresponsável do uso do meio ambiente.
Tomando conhecimento desses fatos, nós precisamos tanto individualmente quanto coletivamente contribuir de alguma maneira para o desenvolvimento sustentável da nossa forma de viver. Caso contrário, toda a vida no planeta corre o sério risco de desaparecer para sempre.

Espaçonave Terra: o nosso único lar no cosmo

Sobre a escassez da água potável
Não é mais tolerável que as pessoas continuem vivendo como se o planeta existisse apenas para o deleite da nossa geração. Se não houver um controle do desperdício de água, da poluição dos rios e das construções que degradam as mananciais, certamente entraremos num colapso. Um surto de desabastecimento poderá afetar seriamente as futuras gerações devido ao nosso mau uso da água. Não temos o direito de fazer os nossos filhos e netos sofrerem pela falta da água que desperdiçamos hoje. 
Além disso, em um caso mais extremo, a falta de água potável poderá gerar guerras entre as nações desabastecidas. E guerras no século XXI me causam calafrios devido ao provável uso de armas de destruição em massa.                                        
  
A falta d'água poderá nos levar a uma guerra

A seguir, sugiro um vídeo excelente sobre o tema onde há uma abordagem dinâmica sobre o assunto, envolvendo o consumismo, a política  e o capitalismo de uma forma fácil de entender.