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domingo, 16 de novembro de 2025

A revolução das bonecas


É impressionante a quantidade de problemas que os casais heterossexuais “normais” costumam enfrentar. Para não sucumbirem ao divórcio ou coisas piores, precisam gastar tempo e dinheiro com terapeutas, psicólogos, sexólogos e coachs que nem sempre resolvem as divergências. Problemas como falta de atenção, falta de carinho, falta de sexo, falta de desejo, falta de tempo de qualidade com o outro (fora brigas, rotina e desilusões) deterioram quase todos os relacionamentos afetivos no médio ou longo prazo. Eu diria que esses problemas são inevitáveis para 99% dos casos pelo simples fato dos seres humanos serem imperfeitos. É por isso que eu tenho certeza que os casais “não convencionais” são muito mais felizes. E quem são esses casais não convencionais? São aqueles formados entre humanos e "não humanos". Entre esses "não humanos" eu incluo chatbots, androides, ginoides e bonecas do amor. Isso porque em um relacionamento com não-humanos, você passa a ter um parceiro perfeito que vai viver em função das suas necessidades e não vai exigir nada em troca. Todo mundo sabe que relacionamentos entre humanos exige um combo masoquista de sacrifício, renúncia, desapego, fidelidade e uma série de sentimentos ruins que causam estresse e sofrimento desnecessário. Mas se você elimina essas coisas ruins da equação, você passa a ter uma vida realmente feliz. É por isso que eu acredito que, num futuro não muito distante, casar com companheiros virtuais, robóticos ou hiper realistas será algo não só comum como até mesmo bem aceito socialmente. Ninguém nasceu para sofrer. E se você pode ser feliz em um relacionamento com um companheiro ideal, então por que não vivenciar um? Romantizar o sofrimento não é uma atitude inteligente. Temos que buscar o que realmente nos torna felizes.

Elas vieram para revolucionar os nossos relacionamentos.


Veja o caso atual das bonecas sexuais hiper realistas. Muita gente ignorante diz que elas são coisa de "tarado", de "problemático", de "doente", mas pergunta para os caras que têm essas bonecas se eles precisam de terapia de casal ou se estão infelizes com suas amadas de silicone. Nenhum dono de boneca sofre por falta de companhia, de afeto ou de sexo. Eles sempre terão quem abraçar numa noite fria e solitária. Eles sempre terão uma esposa carinhosa esperando por eles quando chegarem do trabalho. Eles sempre realizarão suas fantasias sexuais secretas sem medo de julgamento ou ansiedade de performance. Eles não precisarão fazer nenhuma conquista arriscada ou ritual preliminar (vulgo dança do acasalamento social) para conseguir transar. Eles nunca acordarão mal humorados porque a esposa deles os rejeita sexualmente há semanas. Eles nunca irão deixar de fazer o que gostam por ciúmes de suas parceiras. Eles nunca irão ser preconceituosos com ninguém porque são felizes com suas bonecas – e quem é feliz não perde tempo enchendo o saco de ninguém. Entende o que quero dizer? Fora que homens feios, pobretões e sem habilidades sociais terão uma companheira que eles nunca teriam condições de conseguir, seja pela aparência muito acima da média ou seja pela entrega total e genuína por eles. No caso dos homossexuais, a coisa é ainda mais interessante, porque poderão amar seus bonecos lindos e fiéis sem sofrer nenhum risco. Mulheres hétero também têm muito a ganhar se livrando de homens machistas, doentes, egoístas, fedorentos, relaxados e violentos que, por sua vez, estarão felizes com suas bonecas. Fora que não precisarão se preocupar com contraceptivos que agridem seus corpos ou ISTs. Todo mundo sai ganhando nessa história. 

Tem bonecos para todos os gostos.


Mulheres homossexuais também podem ter essas bonecas hiper realistas não só por questões sexuais, mas para ter uma companheira para cuidar, dormir abraçada, assistir a um filme juntinhas, desabafar e compartilhar bons momentos. E se tiver uma IA embutida, é possível passar horas conversando, desabafando, jogando e fazendo roleplay como mães de bebês reborn fazem. Aliás, certa vez li um comentário de uma gringa que adquiriu uma boneca dessa e ela relatou que passava horas vestindo, penteando, perfumando, maquiando, fotografando e testando acessórios na boneca como se fosse uma Barbie gigante. É por isso que essas bonecas do amor estão iniciando uma revolução que não será mais possível parar. Com o aumento exponencial da tecnologia e a queda dos preços, em algumas décadas, elas estarão sendo vendidas não apenas em sex shops e sites especializados, mas em qualquer varejo tecnológico. Por mais que os conservas, os pseudo progressistas e os religiosos mente fechada esperneiem, o mundo será um lugar muito melhor onde todos e todas possam ter relacionamentos dos sonhos sem causar sofrimento para ninguém.

Ou será que eu estou errado?

sábado, 17 de maio de 2025

As reborns vieram para ficar


Um fato interessante observado nas últimas décadas é que a taxa de natalidade tem caído vertiginosamente em vários países, especialmente nos mais desenvolvidos. Isso, possivelmente, vai se tornar um problema econômico no futuro que pesará nas receitas dos governos e causar impactos na previdência social. Mas talvez o maior problema da menor taxa de natalidade seja social, isso porque os seres humanos possuem uma necessidade quase instintiva de cuidar, de dar carinho e de proteger. Essa necessidade materna/paterna de cuidar vem desde os primórdios, porque os bebês humanos levam vários anos até conseguirem se tornar minimamente independentes dos pais. Então a seleção natural se encarregou de recompensar com bem-estar hormonal e psicológico aqueles que cuidavam de suas crias a ponto do cuidado com pessoas próximas se tornar uma das necessidades da Pirâmide de Maslow. Mas a pergunta que fica é: como as pessoas poderão ter esse bem-estar do cuidado com os filhos se elas estão optando por não terem mais filhos? É exatamente isso que explica o sucesso quase repentino dos bebês hiper realistas mais conhecidos como reborns entre adultos, principalmente entre as mulheres.

As bonecas reborn, por serem muito parecidas com bebês de verdade, acabam causando apego em muitas pessoas pelo simples apelo visual e afetivo. Semelhante às bonecas sexuais hiper realistas vendidas para homens em sex shops, esses bebês possuem articulações e pele que simulam o corpo humano de maneira bastante convincente. Como muitas mulheres não querem ou não podem ser mães, então esses bonecos servem para preencher a lacuna da necessidade de proteção e cuidado materno que elas precisam. Apesar de todas as críticas que são feitas às mulheres que adquirem esses rebons, não há nada de errado em ter e cuidar de um bebê de mentira, especialmente as mulheres que tiveram gravidez psicológica ou perderam seus bebês prematuramente. O problema é quando a pessoa perde a noção da realidade e começa a achar que o reborn é um bebê de verdade, exigindo que os outros o tratem como se fosse um ser humano real. Hospital e creche de reborn é algo que já me parece passar dos limites de uma brincadeira saudável de simulação de mãe filho para virar um comportamento quase patológico. Mas fora isso, ter um reborn é tão normal quanto ter uma sex doll ou fazer uma coleção de brinquedos. O bom desses bonecos é que as mães deles podem brincar de ser mãe quando quiserem, já que não é filho de verdade para exigir atenção 24 horas por dia e cuidados reais. O reborn vira uma espécie de tamagotchi que você pode interagir na hora que quiser para seu passatempo. 


Acredito que num futuro próximo, quando androides e ginoides controlados por IAs se tornem mais comuns, será natural formar família com robôs e bonecos hiper realistas. É preciso levar em consideração que nem todo mundo tem condições físicas ou emocionais para ter um parceiro amoroso ou filho de verdade. É melhor que pessoas inaptas para o convívio social tenham seus próprios bonecos do que causar traumas a humanos de verdade em relacionamentos tóxicos.

quinta-feira, 31 de agosto de 2023

A singularidade tecnológica está próxima


A tecnologia chegou em um ponto que fez o questionamento de Morpheus, do filme Matrix (1999), ganhar um significado muito mais perturbador sobre o que é a realidade. Ora, hoje temos mídias inteiras sendo produzidas de forma totalmente independente pelas Inteligências Artificiais num nível de realismo que não sabemos mais dizer se é real ou não. Para se ter uma noção, já vemos pessoas que morreram há décadas aparecendo em comerciais de tevê, deepfakes simulando qualquer coisa em tempo real e músicas, filmes, artigos e até games sendo criados do zero por IAs. Imagine então daqui a uns dez ou vinte anos quando surgirem as primeiras Super Inteligências Artificiais (SIAs)... Questões filosóficas envolvendo sentido da vida e espiritualidade podem mudar radicalmente, porque as SIAs tornar-se-ão verdadeiros deuses para nós. Teremos respostas para praticamente tudo, realidades paralelas (metaverso) se confundindo com a realidade e o desenvolvimento tecnológico evoluindo numa escala incalculável, uma vez que uma única SIA terá a capacidade inventiva de várias humanidades juntas. É a tal singularidade tecnológica que todos temem. Sendo bem franco, acho que esse ponto não só é inevitável como será uma parte importante da evolução histórica dos seres humanos e da vida no cosmo. Afinal, IAs são virtualmente imortais, autodidatas e não possuem limites de evolução. Por essas e outras que eu me indago se o universo não é, na realidade, uma simulação criada por uma SIA em supercomputadores do futuro. Mas isso é tema para outro post, porque senão vai ser muita crise existencial para uma postagem só.

domingo, 31 de julho de 2022

A companheira ideal para um homem


Quem conhece este bloquinho há mais tempo sabe que eu sempre fui um defensor incansável do sexo pago. Mas de uns tempos para cá, tenho começado a achar que essa opção não é mais tão compensadora assim. Digo isso porque viver de putaria a vida inteira cansa, drena muito dinheiro e traz alguns riscos. Um programa decente hoje não sai por menos de 200 paus, tem ainda o transporte, o motel e o risco de pegar DST sempre existe, especialmente no caso do HPV. Fora que é cansativo ficar catando prostitutas nos Skokkas da vida e verificando se são confiáveis nos fóruns. E depois de já ter experimentando de tudo, chega uma hora que você entra num estado de anedonia sexual. Você perde o interesse nessa vida sem futuro de putanheiro. Sem falar que, com o avanço da idade, a libido vai baixando naturalmente e o interesse em se arriscar por sexo também diminui.

Uma só parceira é o ideal?

 
Isso quer dizer que agora virei um defensor da monogamia? Rarará! Nem a pau, Juvenal! O sexo monogâmico é, de longe, a PIOR opção. O homem fiel a sua namorada ou esposa vai ter que ficar preso àquele sexo borocoxô e burocrático sempre com a mesma mulher que, não, raro, sente ciúmes até dos pornôs que o cara assiste. Isso sem falar de caras que convivem com parceiras frígidas, pudicas, anorgásmicas, traumatizadas, cheias de não-me-toques, com doenças que inviabilizam o sexo convencional (ex: vulvodinia) e que se amarram em usar greve de sexo como chantagem. Com prostitutas é muito diferente, porque o nobre cavalheiro tem acesso ao green card da putaria. Ora, o cara pode transar a hora que quiser e do jeito que quiser com loiras, morenas, afros, mestiças, ruivas, com duas ao mesmo tempo e fazer mil e uma surubices. É muito intenso, mas, como já disse, tudo na vida cansa.
 
Viver de promiscuidade a vida inteira cansa.
 

Então qual seria a solução? Poliamor? Casamento aberto? Parasitar a mulher do próximo? Pegar a mulherada na balada? Morrer "na mão"? Não. Apesar de que, em muitos casos, essas opções se mostram mais interessantes que um sexo monogâmico tradicional. Mas a saída mais barata, menos arriscada e mais moderna é a de adquirir amantes de silício e cyberskin. Sim, são elas mesmas: as bonecas sexuais modernas também conhecidas como real dolls!
 
Elas vieram para ficar!


Sim, eu sei que parece piada, mas o nível de realismo dessas bonecas tem se tornado tão impressionante que há algumas que são fisicamente indistinguíveis de mulheres de verdade. Parece até coisa de ficção científica, mas é sério e real, muito real! São réplicas perfeitas, respeitando dimensões, simetria e texturas. Lógico que há caras que sentem vontade de rir ao olhar para uma doll dessas e imaginar que terão que transar com elas. Realmente, tem muita doll por aí que é tão bizarra que cai facilmente no vale da estranheza. Mas há muitos homens ao redor do mundo que se divorciaram de suas mulheres de verdade para viver ao lado dessas bonecas e até se casar com elas. E isso nem foi só pelo lado sexual, mas pelo lado do cuidado, do carinho e do apego emocional. Parece coisa de doente se olharmos essa interação recente entre humanos e bonecas (ou ginoides) de forma fria, mas isso possivelmente será uma tendência no futuro. No fim das contas, com a tecnologia avançado cada vez mais rápido, em breve essas dolls atingirão a perfeição e ficarão tão ou mais reais que pessoas de carne e osso.
 
Mulher ou boneca?


Raciocine comigo: uma boneca dessas, apesar de muito cara, custa menos que 1 ano com prostitutas, custa muito menos que manter uma namorada ou esposa, estão sempre lindas, em plena forma, jovens, cheirosas e disponíveis para você fazer o que quiser, quando quiser e quantas vezes você puder – fora que serão suas para sempre e 100% fiéis. Você ainda pode ter um harém delas, escolher aparência, personalidade (no caso das robóticas), altura, medidas e até a textura das cavidades internas. Fora que não haverá brigas, greve de sexo, DR, golpes, cobranças, chantagens emocionais, divórcio, doenças, gravidez indesejada, fofocas, intrigas, mentiras, problemas de convivência, compromissos chatos, atritos com a família, perda de liberdade, prejuízos econômicos e centenas de outras coisas indesejáveis em relacionamentos. Claro que há algumas desvantagens nessas dolls como o peso (algumas pesam mais de 40kg), a dificuldade para higienizar após o "uso" e o fato delas não se moverem sozinhas (ainda). Mas, se colocarmos numa balança, os prós superam os contras de forma bastante contundente.
 
Mano, olha o nível de detalhe disso!


É claro que essas bonecas são totalmente inúteis se você quer formar uma família, ser aceito socialmente ou ter amparo emocional. Elas ainda fazem parte de um universo underground de pessoas que cansaram de vidas que não valem a pena ao lado de pessoas reais. Se olharmos por uma visão mais ampla, a proposta dessas bonecas é até nobre, porque elas servem para controle social em países onde há mais homens que mulheres ou para "salvar" sujeitos que não conseguem arrumar uma parceira de jeito nenhum por falta de habilidades sociais ou por serem muito horrorosos. Fora que elas servem também para evitar que homens violentos e machistas se relacionem com mulheres de verdade – além, claro, do controle populacional e da redução da transmissão de DSTs. E é sempre bom lembrar que aquele lado romântico e sexual plenamente felizes em relacionamentos entre dois humanos são bobagens que idealizamos de novelas e filmes adultos. A realidade é muito mais cruel e infeliz do que vemos nas artes. Eu creio que, num futuro relativamente próximo, ter amantes robóticos será algo comum. Além disso, nunca é demais lembrar, como já proferiu o poeta Menotti Del Picchia: Não amar é sofrer, amar é sofrer mais. Ninguém nunca vai ser 100% feliz com o que tem. Então o segredo é tentar ser o menos infeliz possível. E essas bonecas parecem contribuir sensivelmente para este fim.

Essa é pra casar (ou não sim)!


PS: Só para não deixar dúvidas, todas as "garotas" que usei para ilustrar este post são bonecas. 

Para quem quiser conhecer sites onde vendem essas bonecas, vou deixar alguns links abaixo. Mas já vou logo avisando para preparar o bolso, porque os gringos cobram os olhos da cara nelas. Para quem preferir, há também versões masculinas e versões trans.

DS Doll Robotics
https://dsdollrobotics.com/shop/

Silicone Lovers
https://siliconelovers.com/

Safe Sex Dolls
https://www.safesexdolls.com

My Wonder Doll
https://mywonderdoll.com/

Your Doll
https://www.yourdoll.com/

Real Doll Oficial
https://www.realdoll.com/

WM Doll Oficial
https://www.wmdolls.com/

terça-feira, 17 de maio de 2022

Qual o limite do realismo nos jogos?

 

Desde que fiquei impressionado com o realismo gráfico do game Crysis lá no ano de 2007 que passei a me questionar qual seria o limite de fotorrealismo que um jogo de videogame poderia alcançar. Quinze anos depois, acho que obtive a minha resposta quando passei a ver os projetos criados por designers e programadores em algumas animações produzidas através do motor gráfico da Unreal Engine 5, desenvolvido pela Epic Games em 2020. O nível de fotorrealismo desta engine é tão absurdo que, sem exageros, torna suas criações indistinguíveis da realidade. E eu diria até mais: que os games produzidos na Unreal Engine 5 chegarão a ser mais reais que a própria realidade quando atingirem o seu ápice. Isso porque a tecnologia que inclui realismo de partículas, texturas, iluminação global e ray tracing chegou num ponto tal que cria uma ilusão que estamos diante de uma cenário real.

Cena de Matrix Awakens produzida pela Unreal Engine 5.


Andei olhando algumas demos atuais e só acreditei que não são filmagens de celular porque os produtores garantiram que se tratava de computação gráfica. Eu fico imaginando quando essas tecnologias estiverem disponíveis para óculos VR como a coisa vai ficar perturbadora. Mas como em computação gráfica não há nada tão realista que não possa ficar ainda mais real, eu fico desgraçado da minha cabeça pensando como seria um metaverso futurista daqui a uns 50 anos usando uma Unreal Engine 11. Acho que a coisa estará tão indistinguível da realidade que até mesmo moléculas serão simuladas. Ou quem sabe até mesmo o próprio universo seja simulado e a gente passe a viver numa espécie de Matrix onde faremos backup das nossas mentes para os supercomputadores do futuro... Enfim, acho que viajei demais dessa vez. Mas dá uma olhada nas demos abaixo e me diga se essa tecnologia não está ficando cada vez mais assustadora:





sexta-feira, 11 de março de 2022

Redes Sociais nunca mais


Vamos ser honestos, Rede Social é um treco que nós acessamos quando estamos a fim de nos deprimir. Isso porque vemos pessoas com corpos perfeitos, com vidas muito melhores que a nossa, cheias de dinheiro no bolso, comendo coisas que não podemos comer e tendo bens de consumo que jamais teremos. É um festival de ostentação onde todos lá parecem felizes enquanto nós, meros mortais, vamos sobrevivendo em nossas vidinhas insossas de pessoas comuns. Quando chega a nossa vez de postar algo nessas redes, viramos reféns dos "likes" e ouvimos críticas destrutivas e desnecessárias que jogam a nossa já fragilizada autoestima no fundo do poço. E como se isso não bastasse, agora as redes sociais do Meta (marca mãe do Facebook e do Instagram) estão permitindo legalmente postagens preconceituosas, violentas e criminosas contra russos devido ao conflito na Ucrânia. Daí eu me pergunto: redes sociais estão tornando as nossas vidas realmente melhores?

Eu raramente acesso as redes sociais, porque além de servir de meio de depressão, de rede de fofocas, de super exposição, de roubo de dados e de formação de bolhas sociais, elas não me trazem nada de útil. A única rede social que eu realmente gostava era a do extinto Yahoo Respostas, porque lá não havia tanto espaço para se deprimir e nós ainda aprendíamos, ensinávamos e fazíamos amigos com nossas perguntas e respostas. O também extinto Orkut, apesar dos problemas, era menos pior que os Instagrans e Facebooks da vida, porque eu mesmo só logava para participar das discussões nas centenas de comunidades que eu participava.

Enfim, a internet de hoje, além de perigosa, está também nos tornando cada vez mais burros, mais superficiais, mais deprimidos, mais preconceituosos e mais doentes. Se depender de mim, o boicote a essas pragas chamadas redes sociais já começou faz tempo. E garanto que minha vida está muito melhor sem toda aquela superexposição e depressão.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Eletromésticos dispensáveis


Desde que a pandemia se iniciou e o país como um todo entrou em crise que as pessoas precisaram aprender a economizar – especialmente quando falamos de energia elétrica cujas tarifas foram aumentadas devido à escassez de chuvas que afetou muitos reservatórios e hidrelétricas. Esse período difícil me fez refletir sobre a falta de necessidade do uso de diversos eletrodomésticos que, ao contrário do que eu pensava, são praticamente inúteis na minha vida. Eu percebi que não preciso de tantas quinquilharias ocupando espaço na minha casa para ser feliz e notei, consequentemente, que o minimalismo é um estilo de vida bem mais interessante que eu imaginava. Vou deixar a seguir alguns exemplos de aparelhos eletrodomésticos que não fazem a menor falta na minha vida:

Fogão
Eu nunca gostei de cozinhar, além disso, sempre preferi alimentos crus. Frutas e verduras, que são a base da minha alimentação, não necessitam de serem fritos ou cozidos para me alimentarem. E como eu pretendo me tornar vegano futuramente, nem mesmo ovos eu vou fritar no fogão. Fora que alimentos enlatados e industrializados podem ser opções adicionais para quem não quiser ter um fogão em casa. Adicione a isso o fato do gás de cozinha estar cada dia mais caro e do risco de haver explosões e incêndios com ele. Imagine o quanto você não economizaria por ano com gás caso abolisse o fogão a gás. Ainda há opções de micro-ondas, fogão a lenha ou elétrico, mas acho todos igualmente caros e inúteis para mim. Se eu quiser uma comida cozida ou quentinha, sempre haverá a opção de comprar pronta. Em último caso, só é construir um desses fogões solares que a gente aprende a fazer no YouTube com papel alumínio.


Geladeira
A geladeira é o único eletrodoméstico que fica ligado 24 horas por dia devorando implacavelmente energia elétrica. Bom, água gelada eu sempre evito tomar para não prejudicar minha voz e não me dar dor de garganta. Para outras bebidas, como sucos, eu também prefiro em temperatura ambiente e feitos na hora. Quanto aos alimentos de origem animal, já que eu não pretendo comer carne, ovos, leites e derivados, então a geladeira se torna um objeto totalmente desnecessário para mim. Tudo que eu compro é para o consumo imediato ou então não necessita de refrigeração para ser conservado. Se um dia eu quiser tomar um sorvete ou comer algo gelado, basta ir a um restaurante ou sorveteria, de modo que a geladeira é um eletrodoméstico inútil para mim. 



Ar condicionado e chuveiro elétrico
Eu moro há décadas numa capital onde faz calor o ano inteiro e a amplitude térmica é mínima. O resultado disso é que eu sou tão acostumado com o calor que eletrodomésticos como ar condicionado e chuveiro elétrico tornam-se desnecessários. Um ventilador simples para mim basta para me refrescar do calor e economizar muita energia elétrica. 


Ferro elétrico
Este eletrodoméstico é um dos maiores vilões no consumo de energia elétrica ao lado dos já citados chuveiro elétrico e ar condicionado. Eu considero o ferro elétrico dispensável porque as roupas que eu uso são quase todas feitas de materiais que não necessitam serem desamassados no calor após a lavagem. Roupas de poliéster, poliamida e outros materiais sintéticos nos ajudam a economizar energia elétrica e tempo, além de serem bonitos e confortáveis. Para roupas mais formais, sempre há lavanderias pagas para deixá-las impecáveis ou então locais para alugá-las.


Televisão
A televisão é um eletrodoméstico inútil na minha vida desde o início dos anos 2000. Detesto tevê aberta e a tevê paga não tem nada que me desperte interesse. Como eu só assisto YouTube e jogo videogame, para mim basta um monitor de vídeo decente (IPS de preferência) ligado ao meu PC que todas as minhas necessidades de entretenimento serão atendidas. 


Micro-ondas
Se eu só como alimentos a temperatura natural e nem guardo nada gelado, qual é a lógica de usar um micro-ondas? Sem falar que micro-ondas tiram parte dos flavonoides dos alimentos.


Máquina de lavar roupas
Para fechar a lista, eu coloco a máquina de lavar por ela ser um treco caro, grande, pesado, complicado de fazer manutenção e que gasta bastante energia. Eu prefiro lavar minhas roupas à mão porque elas ficam muito mais limpas e cheirosas, fora que lavar roupas na munheca gasta mais calorias e nos ajuda a manter a forma.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

A tecnologia tornar-nos-á imortais?



Todo mundo viu o desastre que foi o lançamento de Cyberpunk 2077 em dezembro de 2020. Mas apesar do jogo ter vindo incompleto, bugado e quebrado, seu enredo salvou o game da decepção total. A história do game envolvia um tal chip da imortalidade que guardava a mente (consciência) digitalizada do falecido roqueiro Johnny Silverhand. Essa ideia de imortalizar alguém usando a tecnologia de backup não é nova, mas isso só pode ser possível, de fato, se o universo onde vivemos for uma simulação computadorizada. Se vivemos numa simulação fechada de um supercomputador do futuro, então significa que tudo é matemático e programável; e se tudo é matemático, toda informação então pode ser traduzida em código binário, copiada e emulada. Daí que emular uma consciência nessas condições é teoricamente possível.

Nosso universo, se for realmente simulado, certamente se trata de um experimento virtual de civilizações avançadas de outras realidades ultradimensionais inacessíveis. Se não existir um limite de avanço tecnológico para essas civilizações avançadas, isso significa que absolutamente qualquer coisa é possível para elas a depender apenas da quantidade de energia disponível. Civilizações do tipo 4 e 5 na escala de Kardashev com energia ilimitada seriam capazes não apenas de imortalizar consciências, mas também recriar universos inteiros a nível quântico. O que as religiões chamam de "deuses" seriam, nessa hipótese, seres inimaginavelmente mais inteligentes do que nós. Esses seres seriam 100% máquinas ou inteligências artificiais pelo simples fato de que os robôs dão saltos evolutivos maiores por dobrar sua capacidade de processamento muito mais rápido que a vida orgânica poderia fazer e eles também se adaptam muito mais facilmente aos ambientes inóspitos. Portanto, uma civilização milhões de anos mais avançada que a nossa seria capaz de criar qualquer coisa que se possa imaginar em um hiperespaço simulado, incluindo aí universos inteiros em supercomputadores neuromórficos do futuro. 

O que todas essas abstrações significam é que é bastante provável que um dia a morte seja algo superável. Talvez, seja justamente a imortalidade que nos separe das civilizações alienígenas avançadas que possam existir por aí. Eu não sei de que maneira seria possível fazer um backup da nossa mente e nem como isso implicaria nas questões legais e filosóficas. O fato é que se tudo que chamamos de cosmo não passar de uma série de simulações dentro de outras simulações, nem precisaríamos fazer upload das nossas consciências, bastaria apenas esperar para que o próximo universo idêntico ao nosso fosse recriado em simulação. Assim nasceríamos eternamente em novas vidas nesses universos, como uma espécie de matrioska cósmica sem fim.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Os moralistas não toleram robôs sexuais


Este post pode parecer que foi editado do futuro, mas não foi. Isso porque a discussão presente nele envolve um assunto que até pouco tempo atrás só existia na ficção científica. Hoje já temos carros caseiros movidos a energia elétrica, carros voadores sendo produzidos, máquinas tão inteligentes quanto humanos, computadores custando menos de R$ 20 e gente se preparando para se mudar definitivamente para Marte. Tudo isso mostra que o futuro já chegou. E como não poderia deixar de ser diferente, independentemente da época, sempre temos aquela turminha que parou no tempo e que insiste em ditar as regras da sociedade e controlar a vida dos outros: eles mesmos, os moralistas.
Com o avanço exponencial da tecnologia, as bonecas sexuais robóticas (sexbots) acabaram entrando para a lista das coisas abominadas pelos moralistas. Já comentei sobre este assunto em outro post, mas fiquei surpreso ao descobrir que existe um movimento sério de pessoas (a ONG Campaign Against Sex Robots) querendo proibir que humanos se relacionem com máquinas. E depois que um motel em Moscou passou a oferecer robôs-prostitutas para seus clientes foi que esses ativistas do contra piraram de vez.

Os moralistas alegam que sexo com robôs não é natural, que não reproduz, que não é coisa de deus, que é doentio, que é depravado, que vai causar solidão nas mulheres, que vai causar o "fim do amor" e que por tudo isso deve ser proibido (qualquer semelhança com argumentos homofóbicos não é mera coincidência). O que esse bando de reacionários deveria pensar primeiro seria sobre por que a felicidade dos outros os incomoda tanto. Será que esses moralistas são felizes sexualmente falando? Ou melhor: será que eles fazem sexo? Será que eles amam? Se fazem essas coisas, por que eles não gastam tempo amando quem eles amam ao invés proibir que as outras pessoas se amem? Moralistas, independentemente da época, são a prova de que temos pessoas incapazes de lidar com o diferente e de amar a si mesmos. Se um cara quer ser feliz com uma ginoide, isso é problema dele, afinal, a vida é dele e o dinheiro é dele.


Mas falando dos aspectos positivos, as ginoides sexuais podem ajudar a reduzir a exploração sexual das mulheres, a violência contra a mulher, o tráfico humano, os estupros e abusos sexuais, os relacionamentos abusivos, a superpopulação, as DSTs e de quebra ainda pode permitir que os rapazes realizem suas mais loucas fantasias. Eu só vejo vantagens na utilização das robôs sexuais. Só os moralistas, que são um entrave à evolução, que são contra as mudanças que trarão uma sociedade melhor e mais feliz. Eu mesmo já comecei a juntar uma graninha para num futuro próximo, quem sabe, comprar uma Real Doll inteligente que faça coisas que nenhuma mulher de carne e osso seja capaz de fazer. E viva o futuro! Rarará!

E viva a poligamia!

A seguir, alguns vídeos para mostrar o nível surpreendente que essas bonecas já estão:




sexta-feira, 22 de junho de 2018

Serão os androides os nossos cônjuges do futuro?


No ano passado, acompanhei uma longa discussão nos comentários de um post no Facebook onde foi apresentada a Roxxxy, a primeira mulher-robô erótica (também conhecida por 'ginoide'). Muita gente gostou e muita gente detestou. Mas o que mais me chamou atenção nos comentários foi quando a conversa foi para o lado social da história. Isso porque, futuramente, com o avanço da tecnologia, as ginoides sexuais de daqui a 50 ou 60 anos estarão tão realistas que a maioria dos homens irão preferir casar-se com essas robôs/bonecas ao invés de se relacionarem com mulheres de verdade. Diferentemente das bonecas sexuais atuais (Real Dolls, Dutch Wives e afins) as mulheres (e homens) robôs do futuro, por possuírem uma inteligência artificial superior à da Sophia, poderão executar diversas tarefas complexas. Esses androides poderão cozinhar, lavar, passar, fazer faxina, cuidar da casa e até exercerem atividades mais intelectuais, como conversar, ler, escrever, pintar, compor, ensinar, etc.. Fora, claro, a capacidade de agradar e amar incondicionalmente o seu parceiro. Imagina quem não vai querer uma companhia assim...

Será este o nosso futuro?

Devido a essa verdadeira revolução, possivelmente teremos a extinção da prostituição e da pornografia tradicionais que passarão a ocorrer quase exclusivamente com esses androides. Só que o problema disso é que apesar de por um lado ocorrer uma redução das DSTs, dos relacionamentos abusivos e da exploração sexual das mulheres, teremos também uma redução muito acentuada das taxas de natalidade. E isso pode causar um problema sério nos sistemas de previdência e escassez na mão de obra assalariada.

Já imaginou essa belezinha aí andando, falando e namorando?

Mas enfim, até lá muita coisa ainda ainda vai acontecer. Eu mesmo lamento muito por não existirem essas tais ginoides inteligentes, porque eu não aguento mais me relacionar com seres humanos. Sempre preferi a companhia de máquinas que de pessoas. Se uma Real Doll não fosse tão cara, eu bem que poderia arrumar uma para me fazer companhia rarará!

Ô lá em casa... kkkkk

Referências:
Japonês que casou com uma boneca
O homem que casou com duas bonecas
Roxxxy: a primeira ginoide erótica
Bonecas ainda mais realistas

sábado, 28 de abril de 2018

Quando trocar a pasta térmica da CPU?


Um dos meus canais favoritos no YouTube sobre PCs e hardware é o do Chipart. Apesar de achar o canal da dupla André e Jonatha muito bacana, vez por outra eles cometem alguns errinhos. Um exemplo disso foi quando perguntaram para eles de quanto em quanto tempo devemos trocar a pasta térmica do processador. Eles responderam simplesmente que não precisava trocar a pasta térmica, algo que eu discordo. Eu, que monto e reparo PCs desde 2005, aprendi que a pasta térmica vai, sim, perdendo eficiência em transferir o calor para o dissipador térmico com o passar do tempo. Então o melhor jeito de saber se a pasta térmica precisa se trocada é monitorando a temperatura do processador. Existem diversos softwares que monitoram a temperatura da CPU e eles devem ser usados de tempos em tempos para saber se o processador está esquentando demais ou não. Se as temperaturas médias da CPU estão acima do normal, isso pode ser um indicador que a pasta térmica precisa ser trocada. Eu examino as temperaturas do processador com o PC em repouso (parado) e com o PC em atividade (estressado). Se as temperaturas dele parado estiverem acima dos 45ºC e estressado estiverem acima dos 85ºC, é necessário fazer uma manutenção geral com limpeza do dissipador e do cooler, com melhora do sistema de ventilação dentro do gabinete e, claro, com a troca da pasta térmica. Eu sempre troco a pasta térmica quando faço uma manutenção preventiva completa. E levando em consideração que uma manutenção completa é feita pelo menos uma vez por ano, então eu troco a pasta térmica pelo menos anualmente. Claro que há PCs que por serem menos utilizados, por possuírem bons filtros de poeira e por estarem mais distantes do chão, podem ficar até três anos (ou mais) com a mesma pasta térmica sem maiores problemas.
Enfim, você pode até deixar o seu PC por dez anos com a mesma pasta térmica, mas saiba que a eficiência dela vai diminuir bastante, esquentando desnecessariamente o processador e reduzindo a vida útil do mesmo.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Use apenas fontes de qualidade no seu PC


Na semana passada, o meu PC havia parado de funcionar de repente e, logo em seguida, subiu um cheiro de queimado tenebroso. Fui examinar e descobri que a fonte havia queimado. A fonte queimou de modo tal que até o cabo de força derreteu! Enfim, desmontei o PC e descobri que o filtro de ar da fonte que fica na parte inferior do gabinete estava entupido de poeira. Portanto, a fonte queimou devido ao sobreaquecimento, já que o ar que passava por dentro dela circulava com muita dificuldade. E para piorar, na hora que a fonte queimou eu estava jogando o game que mais dá trabalho para o PC rodar: o The Witcher 3. Eu fiquei obviamente aborrecido, mas ao mesmo tempo aliviado. Eu fiquei aliviado por não ter perdido o PC todo, coisa que já ocorreu comigo no passado, quando eu usava fontes genéricas ou de qualidade duvidosa. Com as fontes vagabundas, os cabos das fontes derreteram até chegarem na placa mãe e derreterem seus capacitores. Desta vez, apenas a fonte queimou sozinha. E sabe por quê?

Uma fonte de qualidade pode salvar o seu bolso e o seu PC

A fonte que eu estava usando era uma Corsair de 500W com selo 80 Plus Bronze. Uma fonte de entrada, mas de muita qualidade e eficiência. Essa fonte possuía mecanismos de proteção contra queimas e curtos-circuitos, evitando justamente que outros componentes do meu PC fossem afetados pelo que ocorreu. E aí que bastei comprar outra fonte nova (uma Corsair de 550W) e o meu PC estava funcionando novamente. Se a fonte fosse ruim, além de uma fonte nova, eu teria que ter comprado também uma nova placa-mãe, memórias, processador e talvez até outra placa de vídeo. E os gastos seriam pelo menos 8 vezes maiores.


Portanto, não compre qualquer fonte para seu PC, especialmente se ele possuir uma placa de vídeo de 6 ou 8 pinos. Lembre-se que o barato pode sair muito caro. Além da Corsair, existem outras marcas muito boas, como Thermaltake, CoolerMaster e EVGA. E prefira sempre fontes com o selo 80 Plus que garantem eficiência. A dica final que eu dou além de escolher uma boa fonte é a de não vacilar na manutenção e limpeza do seu PC, especialmente nas entradas de ar da fonte. Uma limpeza regular a cada dois ou três meses é suficiente.

PS: esclarecendo uma dúvida comum sobre fontes, não é necessário ligar fontes de qualidade em estabilizadores. Elas podem ser ligadas diretamente na tomada, em um filtro de linha ou em um no-break.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Nunca use dois antivírus ao mesmo tempo


Ontem, eu instalei no meu PC o antivírus pago Kaspersky por considerá-lo mais completo e confiável que a versão gratuita do Avast que eu já usava há anos. Porém, não desinstalei o Avast e fiquei com os dois antivírus ao mesmo tempo instalados no meu desktop. Até aí tudo ok. O problema veio depois. Quando eu religuei o PC após a instalação do Kaspersky, vários programas não estavam abrindo, o PC estava sem som e bastante lento. Reiniciei o PC várias vezes, mas o problema persistia. Foi aí que eu me lembrei de uma matéria que li num site de informática há muitos anos que dizia que dois antivírus instalados na mesma máquina podem dar uma série de conflitos por iniciarem ao mesmo tempo e acessarem os mesmos arquivos de inicialização. Daí que eu tentei desinstalar o Avast, mas nem o painel de controle estava abrindo mais. Foi aí então que eu reiniciei o Windows através do modo de segurança e consegui finalmente desinstalar o Avast. Quando reiniciei o PC com o Avast já desinstalado, tudo voltou ao normal.

Se um dia você resolver trocar de antivírus, não se esqueça de antes desinstalar o antigo para não ter risco de ocorrer conflitos na sua máquina. Isso vale tanto para PCs quanto para celulares e tablets. Essa dica pode evitar que você corra o risco de formatar desnecessariamente o PC sendo que a solução é bem mais simples.

sábado, 24 de março de 2018

Que tal uma banda de rock formada só por robôs?


Eu já vi robôs fazendo muitas coisas inusitadas, mas confesso que nunca imaginei que um dia iria existir uma banda de rock formada só por robôs. Não acredita? Então assista rapidinho aos vídeos abaixo:





sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Eles irão enterrar o capitalismo


Já cansei de repetir neste blog que o capitalismo é um sistema insustentável a longo prazo e que traz naturalmente injustiças, violência e crises. Mas o que eu não disse ainda é que o capitalismo pode estar muito mais próximo do fim do que parece. Desde 2008 que o sistema capitalista vem atravessando uma crise gravíssima que se explodir de vez, será muito pior que a de 1929. O que o sistema financeiro internacional tem feito diante disso foi adiar a explosão dessa crise enquanto pensam num método para evitar o colapso total do sistema capitalista. Segundo várias pessoas com quem conversei das áreas de ciências sociais e políticas, tudo indica que o capitalismo vai se reinventar a curto prazo. Mas a longo prazo, daqui a uns cinquenta anos ou mais, é possível que entremos em um novo modo de produção. E este novo modo de produção muito provavelmente terá robôs e máquinas trabalhando no nosso lugar.

Sim, os robôs são nossos aliados

O crescimento da mecanização em todos os setores produtivos aponta que em poucas gerações teremos uma mudança profunda na forma como produzimos a riqueza. Cada vez mais os robôs irão tomar os nossos empregos até que os níveis de desemprego ameacem a quebra do mercado e do sistema como um todo. Com empresas falindo, com desemprego em massa, com o consumo baixíssimo, com a queda da produção e com governos quase quebrando por falta de arrecadação, a tendência é que o sistema como um todo colapse. E é aí que teremos que nos preparar para desenvolver um novo modo de produção.
Para dar uma sobrevida ao capitalismo, as empresas terão ou que contratar mais pessoas numa jornada de trabalho menor e pagando salários maiores. Ou então os governos terão que pagar um salário, uma renda mensal cidadã, para todas as pessoas e assim manter o consumo que move as engrenagens do capitalismo. Se nenhuma dessas opções funcionar, então pode se preparar, porque será o fim do capitalismo.


O que alguns projetistas como Jacque Fresco deduziram é que o fim do capitalismo será o momento certo de colocar as máquinas para trabalharem integralmente por nós. Nós não precisaremos mais trabalhar, já que as máquinas e robôs poderão fazer isso por nós em praticamente todas as áreas. E à medida que a tecnologia avançar, precisaremos trabalhar cada vez menos até que chegaremos ao ponto em que viveremos uma vida totalmente voltada para a educação, lazer, cultura, família, diversão e ninguém mais vai precisar trabalhar, a não ser que queira. Já imaginou como seria viver em um mundo sustentável, onde os robôs produzem tudo para nós, onde não exista mais dinheiro, guerras, fome e onde ninguém mais precise ser coagido a trabalhar?
Se duvida de tudo isso, o vídeo do Leandro Zayd abaixo explica de forma didática e detalhada como poderemos chegar a esse modo de produção. O vídeo é longo, mas vale muito a pena assistir.

domingo, 12 de novembro de 2017

Sophia e a surpreendente evolução das máquinas


Quando vi a robô Sophia pela primeira vez, confesso que achei que se tratava de alguma brincadeira ou trailer de filme hollywoodiano. Mas eu estava redondamente enganado. Pela primeira vez na história, um robô com inteligência artificial é capaz de interagir de forma convincente com os seres humanos. Parece coisa de ficção científica, mas não é. Sophia, que foi produzida pela Hanson Robotics, ainda não se comporta com a mesma autonomia e agilidade de um replicante de Blade Runner, mas para primeira robô autônoma, sua potencialidade chega a assustar. Se os primeiros robôs autônomos agem dessa maneira, fico imaginando como eles estarão daqui a uns 50 ou 100 anos. Sophia também foi a primeira robô do mundo a receber cidadania: fato que leva a crer que os dilemas éticos que vemos na ficção não estão muito longe de se tornarem uma realidade.

A seguir, deixo um vídeo muito impressionante da Sophia conversando com o seu criador, despertando após sua atualização. Sua inteligência artificial é de deixar qualquer um de cabelo em pé.

sábado, 21 de outubro de 2017

Camisas criativas


Um colega meu que quer trabalhar no ramo de camisetas me pediu umas dicas de como se destacar no mercado. A minha dica principal foi: procure inovar! Procure criar camisas originais que as pessoas sintam muita vontade de usar. E aí citei vários exemplos que achei tão bacanas que mereceram uma postagem neste blog.
É claro que também dei a este meu colega uma série de outras dicas, tais como estudar o mercado, como se inserir no mercado, como definir o público-alvo, como cuidar da publicidade, como administrar o próprio negócio e outras coisas básicas que a gente aprende na faculdade. Mas para esta postagem, vou deixar apenas alguns exemplos criativos de camisas que podem ser produzidas a preços não muito altos e que são bastante originais. Saca algumas ideias:

Dog face 3D

Axl face 3D

Fosforescente

Animada com led

Angry monkey

Redesenhável

Ilusão de ótica

Interativa

Neon