sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Retrospectiva do governo Bolsonaro em alguns memes


Após um ano de desgoverno, as imagens resumem por si só o que foi este ano de 2019 com o Bolsomonstro à frente da presidência:













Nem o roqueiro olavista Nando Moura aguentou tanta merda:


quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Classes sociais não deviam existir


A existência de classes sociais é algo imoral. Classes sociais não deviam existir. Isso porque elas são criadas artificialmente para aumentar o complexo de superioridade de uma minoria ao custo de restringir o acesso a bens e serviços por parte de uma maioria excluída. Todos os seres humanos deviam ter acesso à saúde, alimentação, educação, moradia, vestuário, cultura, tecnologia, conforto e lazer de forma igual, sem privilégios para ninguém. A hierarquização social – algo inerente ao capitalismo – cria uma falsa ideia de superioridade entre as pessoas, nos segregando e erguendo barreiras imaginárias fundamentadas no preconceito.

A inocente defesa da "mobilidade social" não leva em consideração que muitos nascem com tudo e outros nascem literalmente com nada. E quando se nasce com nada é quase impossível chegar perto daqueles que nasceram com tudo. É praticamente uma sociedade estamental. Não é justo. É daí que vem a divisão social entre exploradores e explorados – entre os detentores dos meios de produção e os que vendem sua força de trabalho. E os maiores defensores desse sistema de classes são justamente as pessoas que não estão no topo da pirâmide social e sonham, um dia, em se tornar os exploradores. É o oprimido sonhando em se tornar opressor, mantendo esse ciclo de desigualdades perpétuo. O que essas pessoas não levam em consideração é que para uma pessoa ficar muito rica, milhares (ou até milhões) de outras pessoas precisam ficar muito pobres. É daí que chegamos à situação extrema de que apenas 6 homens têm a mesma riqueza que 100 milhões de brasileiros juntos. Isso precisa acabar. Esse sistema precisa ser destruído.
O vídeo abaixo mostra de maneira didática como as coisas não são sempre do jeito que achamos.


Outro vídeo brilhante é do economista Eduardo Moreira que mostra o quão injusto é o sistema que mantém tantos na miséria para garantir os privilégios de uma minoria opulenta e sociopata. O vídeo segue abaixo, vale a pena assistir.


quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Pare de reclamar e aja!


Entra ano e sai ano e se tem uma coisa que o brasileiro não para de fazer é reclamar que só tem político corrupto no país. Se todos os político são desonestos, então por que VOCÊ não vira político? Ou será que VOCÊ também é desonesto, hein? Por que não funda um partido que represente SEUS ideais? Por que não luta por uma reforma política e por mais transparência para mudar a roubalheira sistêmica e institucionalizada? Pare de reclamar e aja, camarada! Ficar só reclamando que "ninguém presta" não resolve. Lembre-se que a atitude é a força que faz o mundo girar.

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Chocolate com laranja


Sim, eu sei que a situação do Flávio Bolsonaro é deprimente e que ele deve estar bastante sorumbático diante das revelações do MP. Mas, como não gosto de ver ninguém triste, para alegrar um pouco este momento tão difícil do Bolsoclã, eu não poderia deixar compartilhar a abertura da mais nova e tragicômica novela da vida real: Chocolate com Laranja!


segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Esses roqueiros reaças...


Se existe um paradoxo no universo que eu não consigo compreender é o fenômeno do roqueiro reacionário. Ora, o rock sempre foi subversivo, insolente, transgressor, progressista, revolucionário... Contestar o sistema, protestar contra as desigualdades, os preconceitos, o senso comum, as regras, a violência do Estado burguês, a hipocrisia do cristianismo, a opressão: isso sempre foi papel do rock e dos roqueiros. Ser roqueiro vai muito além de saber tocar bem um instrumento e de ter um visual irado. O rock sempre foi um modo de pensar, um estilo de vida: uma ferramenta para mudar o mundo para melhor. E o que temos hoje são legiões de roqueiros autodeclarados que são preconceituosos, racistas, homofóbicos, machistas, fascistas, conservadores, pró-sistema e fanáticos religiosos. O roqueiro de extrema-direita não é um roqueiro: é um analfabeto musical que nunca entendeu o verdadeiro significado do rock n roll.