quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Misandria (Feminazismo)



Todo mundo sabe que as mulheres foram e ainda são vítimas de injustiças, atrocidades e covardias por parte dos homens. Talvez, por isso mesmo, algumas mulheres tenham extrapolado os limites e tenham criado movimentos de ódio e repulsa por homens. E como todo movimento preconceituoso baseado no ódio pelo diferente, esse movimento também prega a violência, a superioridade feminina e o genocídio masculino. Este movimento chama-se misandria ou, num termo mais pejorativo, feminazismo (feminismo+nazismo).

"Se você usa as mesmas armas do seu inimigo, você não é diferente dele." (Pirulla; vlogger)

Antes que me xinguem de machista, eu quero deixar bem claro que sou absolutamente favorável ao feminismo, porque esse movimento é justo e necessário para que as minhas filhas e netas possam viver num mundo onde elas possam ter os mesmos direitos dos homens.
Já a misandria é um verdadeiro insulto ao feminismo, que luta pelos direitos das mulheres - e não pelo extermínio dos homens. O feminismo não tem nada a ver com violência e nem apela para declarações preconceituosas e carregadas de ódio, como as defendidas pela 'femista' Valerie Solanas. Para quem não sabe, a Valerie Solanas foi autora do livro SCUM Manifesto (1967), onde ela fazia declarações de ódio e incitação à violência contra os homens. Além disso, Solanas também assumiu a tentativa de assassinato a tiros contra o artista Andy Warhol, em 1968.
Como não vou ficar colocando porcarias no meu blog, vou deixar um link que traduz parte do SCUM Manifesto para o português logo abaixo:
Eu Odeio Homens (SCUM Manifesto)

O rótulo pejorativo de "lésbicas feminazistas" me parece justo para essas mulheres imbecis que apoiam essa causa, pois a ideia destruir o sexo masculino, na minha opinião, é um caso de polícia. Não há justificativa plausível para se aceitar tanta intolerância ao diferente.

Sonho das misândricas e femistas paranóicas

E como se não bastasse toda essa loucura, muitas misândricas querem acabar com a prostituição, com a pornografia, com o futebol, com a aguardente, com esportes violentos, com jogos de videogame: tudo porque isso é entretenimento para os homens.
Nem vou perder meu tempo refutando isso. Ao invés disso, vou deixar três links do blog A vez das Mulheres de Verdade, que destrói a argumentação das femistas contra a pornografia e a prostituição:
Se você é contra a prostituição e a pornografia... (parte 1)
Se você é contra a prostituição e a pornografia... (parte 2)
Se você é contra a prostituição e a pornografia... (parte 3)

A seguir, vou deixar uma lista de frases que algumas pseudo feministas (provavelmente lésbicas reprimidas) soltaram por aí, mostrando que a causa delas não é a igualdade, mas sim a supremacia feminina.

“Eu sinto que ‘ódio aos homens’ é um honorável e viável ato político, que os oprimidos tem o direito ao ódio contra a classe que a está oprimindo.” (Robin Morgan – ex-presidente da Organização Nacional das mulheres (NOW) e editora da MS magazine)

“Quando uma mulher atinge orgasmo com um homem ela está apenas colaborando com o sistema patriarcal, erotizando sua própria opressão...” (Sheila Jeffrys, professora feminista lésbica e ativista política)

“Todos os homens são estupradores e é tudo o que eles são. Eles nos estupram com seus olhos, suas leis e seus códigos.” (Marilyn French, novelista e feminista americana)

“Sexo é a cruz em que as mulheres são crucificadas... sexo só pode ser adequadamente definido como estupro universal.” (Hodee Edwards, ‘Estupro define Sexo’)

“Numa sociedade patriarcal, toda relação sexual heterossexual é estupro porque as mulheres, como um grupo, não são fortes o suficiente para consentir.“ (Catherine MacKinnon in Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women's Studies, p. 129”)

“Compare os relatos de vítimas de estupro com o de relatos de sexo das mulheres. Eles se parecem muito....A maior distinção entre coito (normal) e estupro (anormal) é que o normal acontece tão freqüentemente que alguém não pode fazer os outros enxergarem que há algo de errado nisso.” (Catherine MacKinnon, citada no livro de Christina Hoff Sommers, "Hard-Line Feminists Guilty of Ms.-Representation," Wall Street Journal, November 7, 1991)

“Coito heterosexual é a pura, formalizada expressão de desprezo pelo corpo das mulheres” (Andrea Dworkin, feminista americana famosa por sua oposição a pornografia.)

“Homens que são acusados injustamente de estupro podem ás vezes ganhar com a experiência” (Catherine Comins, Universidade Vassar assistente de reitor da Student Life in Time, Junho 3, 1991, p. 52.)

“Heterossexualidade é um costume obstinado na qual as instituições supremacistas masculinas asseguram sua própria perpetuação e controle sobre nós. As mulheres são conservadas, mantidas e contidas através do terror, violência e o spray de sêmen... [lesbianismo é] um meio ideológico, político e filosófico de liberação de todas as mulheres da tirania heterossexual...” (Cheryl Clarke, "Lesbianismo, um ato de resistência," in This Bridge Called My Back: Writing by Radical Women of Color, ed. Cherrie Moraga (Women of Color Press,1983), pp.128-137.)

“A novas variações deste angustiante antigo tema central em hormônios e DNA: Homens são biologicamente agressivos; seus cérebros fetais foram inundados em andrógeno; seu DNA, de modo a se perpetuar, se atira em assassinato e estupro.” (Andrea Dworkin, Letters from a War Zone, p. 114)

“HOMEM: … uma forma obsoleta de vida... um criatura vulgar que precisa ser vigiada... um bebê-homem contraditório...” “INTOXICAÇÃO POR TESTOSTERONA: ... ‘Até agora era pensado que o nível de testosterona em um homem é normal simplesmente porque eles a tem. Mas se você considerar como seu comportamento é anormal, então você é levado a hipótese que quase todos os homens estão sofrendo de “intoxicação por testosterona.” (Tirado de ‘Um Dicionário Feminista”, ed. Kramarae and Treichler, Pandora Press, 1985)

“Eu acredito que as mulheres tem uma capacidade para entendimento e compaixão que um homem estruturalmente não tem, não tem porque ele não pode ter. Ele é simplesmente incapaz de ter”. (Ex-deputada americana Barbara Jordan)

“Em tudo que o homem constrói, eles cavam um lugar central pra morte, deixam seu cheiro detestável contaminar cada dimensão do qualquer coisa que ainda viva. Homens especialmente amam assassinato. Na arte eles celebram isso, e na vida eles o cometem. Eles abraçam o assassinato como se a vida sem isso fosse vazia de paixão, sentido, e ação, como se assassinato fosse consolo[...] (Andrea Dworkin, Letters from a War Zone, p. 214)

22 comentários:

  1. Rsss...Extremos! Quais seriam as experiências pessoais e familiares vividas por mulheres com opiniões tão radicais?
    Acontece que não dá para conquistar espaço no mundo, na sociedade, no mercado de trabalho, na família, na vida, com uma postura cordata, falando baixo, docemente, infelizmente! O que observamos é a masculinização das mulheres. Ou alguém acredita que os homens foram mais "piedosos" com as mulheres, que a violência que produziu todo esse amargor foi amena?
    Quando eu tento entender o machismo e o feminismo, percebo que aprendi me defender no que me é necessário, mas calar é condenar as mulheres das próximas gerações às mesmas privações que todas viveram antes.
    Gostaria de testemunhar relações mais pacíficas, amorosas, entre homens e mulheres, onde a presença da afetividade, do prazer, da liberdade se façam mais presentes do que a autoridade e o ressentimento. Quando esse dia chegar, quando a igualdade for possível, homens e mulheres serão muito mais felizes. Ou não!
    Quem viver verá! rss
    Beijos meus

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    1. Pois é, llManuh, não quis me aprofundar nesse aspecto, mas provavelmente essas mulheres devem ter visto ou sofrido abusos terríveis para terem chegado a esse ponto tão radical.

      É óbvio que as mulheres devem e precisam protestar, pois o silêncio mostraria apenas o triunfo de um machismo covarde. Mas o problema está na desproporção de alguns movimentos radicais, sejam movimentos de negros, mulheres, homossexuais, ateus ou outra minoria reprimida qualquer.

      Homens e mulheres precisam chegar a um acordo de paz, do contrário, essa guerra de sexos nunca terá fim.

      Abraço.

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    2. Quem tem medo de ginetotalitarismo?
      Vou responder em partes, pois só permitem 4.096 caracteres, ok?

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    3. Meus queridos, Gostei muito do artigo, não pensem o contrário pelo que vou dizer a baixo! Principalmente, por essas citações de feministas que são frases literariamente incríveis). Eu percebi ainda, toda sua generosidade "pro-ativa" no seu "atendado ao pudor" e na sua "exposição" do feminismo radical. Algo como uma tentativa de passar suavemente a mão na cabeça de cães (por que não dizer "cadelas"?) selvagens... Mas foi por isso também que eu concordei com o que disse a llManu, contra o seu artigo Wellington, não só por você (não tenha medo de se expor) ser machista mesmo (o que me parece muito mais óbvio que abrir os olhos pela manhã!), mas porque você deixa claro no seu artigo que nós homens temos mesmo é de calar as nossas bocas quando o assunto for as “reivindicações das feministas, que aliás, vão muito além da reivindicação...porque, reivindicar é supor que o poder do reclamante é inferior ao poder do reclamado. E, dado a compreensão da lógica social, as feministas radicais, quicá suas netas sejam assim, não irão de modo algum nos ouvir! Nós homens temos de nos manter calados! Você deixa claro isso: o quanto (nós homens) estamos longe de compreender as coisas mais essenciais. Uma tendência em não enxergar um palmo diante de nós! O ódio radical não é de modo algum supremacista, são ingênuas suas associações do feminismo radical com o nazismo. O ódio radical é um recurso metodológico para atingir não a "igualdade de direitos" (isso é "mundo de fantasia", que você, Wellington, quer legar à suas filhas e netas, porque isso de "igualdade" nunca ocorrerá, certo? Você não quer a igualdade...e a prova disso é que você acusa o feminismo radical como um "ódio pelo diferente" (o que é tão risível, me desculpe dizer assim, quanto um "amor pelo igual"). Uma "Igualdade de direitos" em que suas netas tenham de te respeitar como autoridade última do patriarcado? Suas tataranetas, antes de existirem, já são vítimas de suas ideias igualitárias...nascerão num mundo masculino que você quer conservar fazendo-as esperar o “Dia do Senhor Másculo” o paraíso de todas as igualdades desiguais...

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    4. Se as mulheres tivessem de esperar "a lei" ou seja, "os homens", o que você acha que elas poderiam esperar a não ser nossa "compaixão" como se fôssemos nós uns padres a julgá-las por cometerem atos que nós homens definimos como sendo “pecados”? Ser mulher é um pecado para nós homens, porque temos medo de repentinamente nos percebemos que de nascença, sem nos darmos conta, são nossas as manias que imputamos à elas. Mas não, o macho quer fazê-las esperar, que elas permaneçam então onde estão, como lindas bonecas manipuláveis e esperançosas? Aliás, permita-me ser radical e ginototalitário :"esperar" é um vício masculino imposto sobre a mulher (adorei aquela frase de Cheryl Clark que diz que nós combatemos o feminismo com “spray de sêmen”)! Portanto, você diz mais ou menos isso: "netinhas, vão pras ruas sussurar um grandinho'não!', mas por favor, esperem, não gritem, pois isso vai acabar por fazer doer o ouvidinho do vovô!". O ódio radical é um recurso para atingir a nossa “masculinidade” (com todos seus mitos incluídos). E vejo que você foi atingido, Wellington, mas respondeu a isso como uma criança responde à mãe que está "com dor de cabeça", e não vai querer ir pra escolar fazer a prova amanhã... NÃO! O "extermínio” de nós homens não é um "caso de polícia"...(ha ha ha...achei engraçadinho)o extermínio de gênero é uma realidade necessária e já em curso. Mas o que morreria não seria nosso "corpo físico", pode ficar tranquilo, ninguém no mundo feminino vai quer te matar Wellington (ha ha ha...não seja radicalmente ingênuo!) o que morreria seria nossa debilidade mental(nosso machismo estrutural, isto é, o que não se pode tirar apenas com sussurros no ouvido, capisco?). Palavras como as suas criticando frases lindas como a de Robin Morgan, cidata por você, que devia se orgulhar disso, mas não, você se volta para sua toca patriarchal e diz que as feministas são "(provavelmente lésbicas reprimidas)" - ORA!(isso sim, não merece comentário!). Por fim,a destruição do macho, saiba bem, é a destruição do machismo que há no homem-macho e na mulher-macho (ou seja, em todos nós, incluindo a llManuh, que aparentemente sendo mulher, veja só, foi super educada com você...e eu fiquei tão constrangido quanto você com a polidez dela). Assim, parafraseando a nada polida Solanas, você e eu, como bons machos, poderíamos ser um pouquinho mais sagazes e tomar nossas últimas cervejas contemplando esses radicalismos que nos varrerão da face da terra, alimentando-nos com a visão de nossa própria destruição. Wellington, enquanto você não “se deixar” destruir, suas netas ainda comerão o pão que nós, os diabos, amassamos. Morte aos homens!

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    5. FERREAVOX, desculpe, mas radicalismos para mim não levam a lugar algum. Entendo a postura agressiva de muitas "feministas" (e até concordo com algumas!), mas discordo que o caminho da igualdade passe pela misandria. As frases das mulheres citadas no post não me pareceram humanistas ou igualitárias, mas simplesmente estúpidas e sexistas. O "direito ao ódio" que você tanto ama só levou a ditaduras, holocaustos e genocídios (veja o nazismo, por exemplo). O que precisa ser destruído é o machismo, e não os indivíduos do sexo masculino. Discursos assim só levam ao fanatismo. Igualdade não se conquista desse jeito. Semelhante a isso estão agindo os ateus, que estão começando a se tornar estúpidos, escrotos e fanáticos contra qualquer manifestação religiosa só porque ateus sofrem preconceito e foram perseguidos e mortos durante a Inquisição. Sou contra radicalismos de qualquer espécie.
      E já que você parece gostar do tema e se identifica com a extinção dos homens, recomendo a minhas postagem E se só existissem mulheres no mundo, onde eu idealizo um sociedade perfeita sem a existência de homens.
      No mais, agradeço a sua participação e que as suas palavras realmente sejam capazes de me fazer refletir melhor sobre o tema.
      Abraço.

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    6. Obrigado pela resposta. Serei breve. Eu não "amo o direito ao ódio" como você diz, senão eu teria de aceitar que o ódio venha de algo que não de dentro de “algum ser humano capaz de odiar” (odiar com ou sem motivos, diga-se de passagem, já que você se referiu também ao nazismo, que aliás, não passaria de uma "palhaçada" de totalitarismo de direita, não fossem as circunstâncias favoráveis a isso). Então, já que o ódio é uma emoção humana, não se pode exigir um direito a ter isso, pois já é algo dado naturalmente. O que recai na mesma questão que eu coloquei acima sobre reivindicação. Assim como as radicais não estão "reivindicando" nada (ou pedindo liberdade e igualdade aos homens), elas não estão “almejando” ou “lutando” por "direitos". Estão apenas externando o ódio. E isso me parece bastante "democrático" (embora, pelo que parece, elas também não são nada "democráticas", no nosso sentido). Mas uma coisa podemos ter certeza: esse tipo de ódio não leva nem a ditadura, nem ao holocausto e nem ao genocídio (e, como você bem sabe, já que os citou de cabeça, essas são as pedras fundamentais do “ser do macho” no mundo primata (o domínio absoluto até a submissão dos outros machos e a disposição de todas as fêmeas do bando).

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    7. Ao contrário do que você diz, o ódio feminino leva às belas formas da liberdade (de homens e mulheres), heterocausto e androcídio. Mas se você não entendeu isso, tudo bem, nem você, nem eu, nem Freud temos de entendê-las. Elas falam uma linguagem de um futuro para nós totalmente incompreensível. E eu não sou defensor delas, pois sou irrelevante do ponto de vista delas e ademais eu não tenho esse “direito” de nascença, pois sou homem e por isso devo “morrer” e calar-me. Caro, Wellington, “o ódio é uma emoção subestimada”. Já disse Jim Morrison no filme "The Doors" do Oliver Stone. Valeu pelo link, depois eu leio o seu texto sobre "um mundo só de mulheres"...Seria algo como uma ilha de lesbos paradisíaca? Hum...Reconfortante...

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    8. Boa noite, FERREAVOX. Estou grato mais uma vez pela sua participação. E concordo com tudo que você colocou. Acho o ódio um sentimento repugnante, mas se homens têm direito a sentir ódio através da misoginia, do feminicídio e da cultura do estupro, creio que o ódio feminino a todo o sistema androcêntrico que está aí seja uma resposta 'à altura'.
      Eu repensei sobre a minha postura e hoje sou a favor, sim, de radicalismos, desde que, claro, não ultrapassem os direitos humanos (aqueles cartazes do Sextremismo do Femen, por exemplo, é um exagero que beira o fascismo). Não devemos lutar por guerra, mas pela paz.
      Abraço.

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    9. A tal guerra dos sexos existe desde que o mundo é mundo. Remonta a tempos imemoriais nas guerra entre matriarcado e patriarcado ( ambos com base na mitologia). A natureza humana é assexuada apesar das diferentes constituições físicas do homem e da mulher, mas persiste o mito da mulher cuidadora por natureza e do homem agressor por natureza, e não como construções sociais. Mas parece que esse assunto é um dos últimos tabus da humanidade.

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    10. "Ao contrário do que você diz, o ódio feminino leva às belas formas da liberdade (de homens e mulheres), heterocausto e androcídio. "

      Em tempo: APOLOGIA AO CRIME É CRIME, SEU CRIMINOSO SÁDICO! Doente mental! Vai se internar! Só podia ser feministo mesmo, hahahaha!

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  2. A não ser que se diga que os homens já nascem com um DNA específico para maltratar e subjugar as mulheres, qualquer abordagem, senão a dialética histórica, trará muito mais incompreensões do que descobertas.

    Houve uma época em que homens e mulheres eram socialmente equivalentes; isso aconteceu antes que houvessem as sobras de produção - que possibilitaram o acúmulo, depois a troca, que gerariam a riqueza propriamente dita.

    Homens eram "donos" dos instrumentos de caça e de agricultura; mulheres dos utensílios domésticos. Nesse sistema a posição societária das mulheres era de equivalência. O desenvolvimento das técnicas de plantio acarretou nas sobras de produção, que pertenciam aos homens.

    Gradualmente foi-se formando um patrimônio (veja só que palavra! rss) a cujo direito de sucessão (herança) os homens queriam ter certeza de que seriam de filhos SEUS e não dos irmãos. Foi aí que se instituiu a monogamia e a nefasta "propriedade" masculina sobre o corpo da mulher.

    E assim foram extintos os casamentos por grupos e mais adiante os casamentos cosanguíneos.

    Para entender melhor esse período, sugiro a leitura do "A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado", do Engels, uma obra magnífica para quem deseja falar mais do que lugares-comuns.

    Aqui tem o livro em PDF:
    http://www.intersindical.inf.br/livros/A%20Origem%20da%20Familia,%20da%20Propriedade%20Privada%20e%20do%20Estado.pdf

    Parabéns pela sua postagem; se por um lado o feminismo IGUALITÁRIO é aplaudido pelos homens de consciência, por outro é necessário desmascarar os elementos PATOLÓGICOS que se travestem de feministas para dar vazão aos seus problemas de ordem emocional.

    Abraço.

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    1. eudyrj, cara, seu comentário foi uma verdadeira aula de história, parabéns. Se não fosse pela Revolução Neolítica e pela produção de excedentes, não existiria o patriarcalismo como o conhecemos. Obrigado pela sugestão de leitura.

      Valeu, abraço.

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    2. Ja li o livro, acho muito bom, apesar de eu não ser marxista.

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  3. Sou homem, totalmente heterossexual, mas a cada dia fico com mais ódio das mulheres, meio que em resposta ao ódio delas pelos homens. Um dia li numa revista uma mulher (dessas atrizes por aí) dizendo que a mulher não precisa do homem, mas o homem precisa da mulher... Como assim? Então homens, deveríamos todos nos castrar, afinal para que órgão sexual se elas não precisam de nós? Algumas sentem (ou dizem que sentem) prazer, outras querem ter filhos. Bem, mas se isso perdeu importância a ponto de alguém dizer que mulher não precisa de homem, então vamos promover uma campanha de castração coletiva de todos os homens brasileiros. Isso diminuirá essa "guerra dos sexos" e faremos um favor a elas... No mais, cansei de me aproximar educadamente (bem à minha maneira) de mulheres e ser tratado que nem lixo, tipo “some daqui” ou “se liga, seu trouxa”, coisas que já ouvi gratuitamente. Não sempre, lógico. Mas já ouvi coisas deste tipo diversas vezes também.
    Pois é. Sou estabilizado financeiramente, na faixa dos 30 anos, muito bem formado com universidade e mestrado, educado, poliglota, muito viajado e me considero sim um homem bonito e atraente, mas as mulheres estão me perdendo (como se estivessem preocupadas com isso, né!?). Mas uma pena, porque sei que poderia fazer alguma mulher feliz… No entanto, hoje estou me tornando mais e mais assexuado. E não consigo mais assumir relacionamentos porque cansei desse papinho frágil feminista, não aguento mais ouvir essa baboseira. Isso por um motivo muito simples. Abram a Constituição! A mulher possui muito mais direitos, basta ver que se aposenta mais cedo mesmo tendo expectativa de vida de mais anos.
    Na minha humilde opinião as feministas estão no caminho errado. Os homens mais lúcidos estão se tornando misóginos, nem machistas mais, agora são misóginos mesmo, ou seja, com ódio, ressentimento de mulher.
    O objetivo era esse? Jura que é isso!? Então, o futuro guardará a extinção da espécie humana, pois como dois sexos que se odeiam vão procriar e criar filhos?!
    Gente, pelo amor de Deus! Vocês conseguem entender como isso é triste?
    Nossa sociedade pirou. Imagine a tristeza de Shakespeare que idealizou um lindo romance entre Romeu e Julieta… carinho, admiração de um sexo pelo outro. A mulher admirando a força física e a segurança do homem e o homem se encantando pela feminilidade e delicadeza da mulher…
    Hoje a mulher que fica, beija um cara, o faz no automático. A mulher não vê mais o homem com aquele orgulho e admiração que faz até o olho brilhar….
    Mas esse tempo já era! Passado! Acabou! Uma pena!

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    1. Olá, amigo.

      Sem dúvida alguma, com a emancipação das mulheres, elas hoje alcançaram a independência: possuem carro, casa, dinheiro, estabilidade... Ou seja: não precisam mais que ninguém as sustente. Isso causa a ilusão de que elas não precisam mais dos homens por eles não serem mais necessários para sustentá-las. Só que essa é uma ideia retrógrada porque senão não teríamos mais casais héteros namorando, casando, etc mesmo com mulheres mais emancipadas. O que ocorre é que o mundo está mudando e os papéis sociais de homens e mulheres também. Não podemos parar no tempo, como sugerem alguns "mascus" e ser contra a emancipação feminina, pois assim teremos de volta aquele velho modelo onde as mulheres eram submissas aos homens e casavam apenas por interesse. Acho muito triste que as pessoas se casem por interesse ou dependência - e não por amor.

      Eu acho que o grande problema é que a gente não deve generalizar. Tá certo, tem mulheres que não precisam dos homens e se dão no direito de debochar disso, mas a verdade é que a imensa maioria é heterossexual e precisa sim dos homens. Não creio que existam homens que mereçam mais o amor de uma mulher apenas por possuírem mais atributos. Eu mesmo sou feio, pé-rapado, só falo só uma língua, não tenho talento para cortejo, sou tímido e mesmo assim vez por outra aparece uma guria atrás de mim. Talvez outros atributos meus como a simpatia, bom humor e jeito de ser chamem mais atenção. Por isso penso que ninguém seja mais merecedor de amor que ninguém.

      Eu desaprovo inteiramente qualquer tipo de misoginia ou ódio, acho que este caminho é totalmente errado e só piora as coisas. Além do mais, tem muitas mulheres admiram muito os homens, mas duvido muito que alguma delas se interesse por alguém que se declara misógino.

      É isso aí: reveja seus conceitos.

      Abraço e obrigado pela participação.

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    2. anonimo, na realidade você é que está pirado. Eu tenho ódio a soberbos, e daí? Você é um tremendo soberbo e leviano com essas lamúrias. Comece castrando a si mesmo, se ja não fez, assim você fica parecido com uma mulher... Essas suas experiências fracassadas não ajudam a ninguém, suas reflexões são pertubadoras. E todos esses seus estudos são insignificantes para um elemento como você. Por isso vá tratar-se, você é doente mental.

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    3. "estabilizado financeiramente, na faixa dos 30 anos, muito bem formado com universidade e mestrado, educado, poliglota" (O que é isso? Anúncio de serviços de michê? Você é um mestre universiotário muito menos bem sucedido que ignorante Sr. Anônimo. Agora, achei genial a sua ideia de castração. Vamos começar por você e terminar por mim! ha ha ha!

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  4. Não sou a favor do ódio, mas lamento dizer que sempre que quando leio algo na internet sobre misandria as pobres mulheres aparecem apontadas na linha da frente,como misândricas, enquanto que na sociedade algumas mulheres falam alguma misandria mas no agir é o homem que é mais misândrico. As mulheres são vistas como invejosas entre si mas na verdade elas se protegem e são mais unidas entre si do que os homens e existe muita discriminação e misandria entre os homens. Os homens sempre descriminaram os homens até mais que animais de estimação. Homens matam homens 40 vezes mais do que matar mulheres e até seus animais de estimação. Acredito serem poucos os homens que nunca foram discriminados por outros homens simplesmente por serem homens. E quanto ao ódio contra os homens as pessoas que odeiam homens são geralmente vistos como doentes mentais, lésbicas, gays etc. Mas conheço homens heterossexuais que têm rancor de outros homens devido ao bulliyng que sofreram na vida por parte de outros homens, mesmo que não mostrem esse sentimento explicitamente. Se alguém quer que o ódio contra os homens abrande têm de analisar o caso desde o bullying porque isso é muito sério. MUUIITOO sério mesmo. Ou vocês são tão ingênuos ao ponto de pensarem que se as mulheres feministas estivessem nisso sozinhas elas teriam hoje tanto poder? Sou homem mas já tive momentos na vida em que odiei outros homens pelo bullying que sofri até ao ponto que COLOCOU A MINHA VIDA EM RISCO, por parte de outros colegas de escola do sexo masculinos. Tive um irmã que morreu vitima de desespero e alcoolismo,apanhava gravemente do marido sofria necessidades e o maligno certo dia atingiu-a com uma cadeira metálica na área dos rins e meses depois disso ela morreu com etilismo crônico, anemia ... suspeito que o choque físico pode ter acelerado a morte pois ainda meses depois antes da morte a inflamação ainda existia. Serei gay? Não, posso garantir-vos isso mas tenho rancor contra outros homens, e não faço campanhas anti-homens por causa das crianças do sexo masculino. Por isso digo abaixo toda a espécie de misandria seja praticada por homens ou mulheres e combatamos o bullying e eduquemos adequadamente as crianças do sexo masculino e veremos que não teremos mais a necessidade do feminismo e do masculinismo.

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    1. Sim, existe misandria vinda por parte dos homens, bem colocado. Mas você tem estatísticas que comprovem essa proporção?

      Quanto a sua frase final, ela é perfeita. Creio que seja a educação que vai mudar o mundo para melhor.

      Valeu.

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  5. Que absurdo defender o ódio. Não. Não está OK. É crime previsto no código penal. Entendo a necessidade do uso da "força" e um posicionamento mais radical, mas não é assim: em qualquer hora e em qualquer lugar, e deve ser evitado. Esse ódio não leva a um sistema opressor? hummm... então deve ser o amor ... Como defender uma sociedade mais justa espalhando ódio, sexismo, intolerância, apatia...? Essas conjecturas filosóficas sobre o mundo perfeito com o homem extinto não levam a lugar algum além do exercício intelectual em si. O mundo perfeito talvez nunca seja alcançado, mas estar mais próximo dele é possível, sim. E acredito, sim, nas leis, na democracia. Construídas pelo homem machista? Construídas pela sociedade. E avançando.

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  6. Se temos que ser complacentes com feministas misândricas porque,possivelmente,sofreram abusos por parte de homens,também teremos que ser complacentes com homens misóginos que sofreram abusos de mulheres. Sim,as mulheres não são santas,e muitos homens também sofrem abuso por parte de mulheres,principalmente na infância.Há muitos relatos de meninos que foram molestados sexualmente por suas babás,empregadas e até por suas mães.
    Ademais,um abuso não precisa ser sexual,existem muitos tipos de abusos ou nunca ouviram falar em "bullying"? É comum,nas escolas,meninas praticarem bullying contra meninos gays ou com fama de gay.

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